25 de ago. de 2011

QUAL O ALVO QUE QUEREMOS ACERTAR?


“Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo –me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (Fp. 3. 13-14).
Um alvo bem definido é o começo de uma vida bem sucedida. Um sonho bem definido, é o começo de tudo. No texto acima Paulo declara qual era o seu alvo e isto está expresso no contexto de forma direta no versículo dez quando o apóstolo faz a seguinte afirmação: “quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação em seus sofrimentos, tornando-me como Ele em sua morte”. Este era o desejo ardente de Paulo, o seu alvo a ser alcançado – experimentar a vida real de Jesus. O exemplo deste servo de Deus nos sugere uma pergunta: qual o seu alvo? Quais os objetivos que você está perseguindo? Sócrates, filósofo que viveu quatro centenas de anos antes de Cristo já dizia que “uma vida sem objetivos não é digna de ser vivida”.
Conhecer Jesus, andar com Ele, aprender D’Ele, absorver o Seu caráter, tornar-se Seu amigo íntimo, espelhar-se no seu exemplo, absorver os Seus valores, deve ser o alvo ou o objetivo a ser alcançado em nossa vida. O seu amorável convite nos garante resultados gratificantes na grande corrida da vida – “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para suas almas.” Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve (Mt. 11. 28-30). Ir ao encontro de Jesus, conhecê-lo mais e mais deve ser o nosso maior desejo. Nesta busca não estamos correndo nem lutando sem meta e já dizia Paulo “... luto, não como desferindo golpes no ar...” (I Co. 9.26). É certo, porém que muitos crentes ainda não foram conscientizados a respeito desta luta ou corrida. Não perseguem a perfeição nem anseiam a conquista do alvo para o qual Deus os chamou. Estão contentes com a salvação gratuita, mas a ambição de conhecer a Cristo, participar dos seus sofrimentos e exercer o seu poder não se manifesta.
Talvez este tipo de comportamento ou vida de contemplação seja em decorrência de continuarem presos “às coisas que atrás ficaram” quando o texto é claro e objetivo: “esquecer e avançar”.
Quais as “coisas” que estão impedindo você de prosseguir? Que tipos de pecados estão embaçando a sua visão e impedindo você de fixar o seu olhar no alvo? O texto informa que Paulo enxergava nitidamente o alvo e esperava logo receber o prêmio;
Neste tempo de tremendos desafios para nós, crentes em Jesus Cristo, tal como Paulo não nos coloquemos como aqueles que se julgam já terem alcançado o alvo, mas que continuemos no desejo sempre crescente de conhecer mais e mais a Cristo, “perseguindo” o alvo da santidade pela comunhão dos Seus sofrimentos que trazem a nossa memória o grande amor de Deus nos livrando da condenação eterna.

Que Ele nos abençoe! Amém!

17 de ago. de 2011

A PAZ DE DEUS


“Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.” (Fp. 4.6-7)
Um dos mandamentos menos observados pelos filhos de Deus é o de não permitir que a ansiedade sobre coisa alguma penetre no coração. Talvez você seja semelhante a uma panela de pressão que à medida que as circunstâncias se tornam mais e mais quentes, a pressão aumenta. Descontentamento se externa com reclamação e queixumes. Mas, reprimido no coração, poderá levar a uma explosão com conseqüências incalculáveis. E como é difícil perdoar quem perdeu o controle, particularmente aquele que se dizia “crente”. Semelhante ao erro permanente ou ao pecado que nunca tem perdão é aquela ansiedade que não se neutralizou na “paz de Deus”, aumentando até explodir em palavras ou atos violentos.
Meu amado irmão, você já conseguiu experimentar a “paz de Deus que excede todo entendimento”? Como o óleo que “excede porque absorve a alta temperatura do motor, e ao mesmo tempo lubrifica todos os pontos de pressão e atrito, assim acontece com a paz divina. Ela emana da segurança absoluta, de que todas as circunstâncias que surgem na vida, especialmente as que estão fora do nosso controle são as melhores para nós. Deus, nosso Pai Onipotente, Onisciente e amoroso, escolheu cada detalhe da vida passada e futura para nosso bem.
Mas a promessa de paz que excede e que guardará nossos corações e mentes em Cristo Jesus parece que não foi oferecida a todos os Cristãos! Doutra maneira não haveria crentes preocupados com o presente e temerosos com o futuro. Como se explica a falta de paz em tantos corações? Deus inspirou seu Apóstolo a escrever as palavras infalíveis deste versículo. Mas na experiência do dia a dia, as mentes e coração dos irmãos são mais perturbados que as ondas do mar num furacão. Não é de admirar que o mundano incrédulo, na maioria dos casos, procura o psiquiatra para ajudá-lo a curar sua ansiedade, e não a igreja de Cristo, e se os seguidores de Cristo não têm a solução, como se espera que os descrentes acreditem nesta promessa?
Mas a segunda parte deste versículo acende para nós a chama da esperança de que há uma solução. Diz o texto que o antídoto à ansiedade e descontentamento não encontra-se em outra ação senão na oração de fé. Pensamentos que trazem ao coração revoltantes e horríveis possibilidades, devem ser vencidos pela comunhão com Deus na oração, juntamente com petições específicas e marcadas “com ações de graças”. Quando oferecemos o verdadeiro sacrifício de gratidão a Deus (Hb. 13.15-16), admitimos que Ele tem o direito de nos atender segundo o que lhe parece bem. Reconhecemos abertamente que Deus faz com que todas as vicissitudes da vida cooperem para o bem daqueles que o amam. (Rm. 8.28)
LANCEMOS NELE TODA A NOSSA ANSIEDADE. DESCANSEMOS NO CUIDADO QUE ELE TEM POR NÓS. AMÉM!!!
(Epístolas da Prisão com adaptações)

VITÓRIA ATRAVÉS DA ORAÇÃO


Nossas vitórias não se alicerçam em nós mesmos, mas sim no poder dAquele que habita em nós. Ele é o nosso refúgio. Ele é a nossa fortaleza. Ele é a Rocha da Salvação . Ele os dá poder para vencermos.
Descobrimos essas duas armas em uma estrada denominada “a Soberania de Deus”. A oração nos permite acesso ao trono de Deus e nos possibilita a participarmos do poder e autoridade em Cristo. O Espírito Santo habita em nós e nos capacita a derrubarmos toda e qualquer fortaleza que os piratas construíram de maneira enganosa. A oração permite que o Espírito Santo nos faça parecidos com Cristo.
No entanto, Deus nos dá uma arma que podemos encontrá-la na estrada denominada “vontade do homem”. Paulo, o grande apóstolo escreveu: “não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vossa mente.” (Rm. 12.2) Nós temos à nossa disposição tudo aquilo que é necessário para derrubarmos fortalezas. No entanto, ainda temos uma escolha a fazer. Precisamos levar todo pensamento cativo à obediência de Cristo.
William Gurnall, que viveu no século XVII, influenciado pelos puritanos, escreveu um clássico sobre batalha espiritual intitulado Cristãos completamente vestidos. Ele escreveu: “Queira ou não, você vaiter que entrar no ringue contra satanás. Ele tem não só uma malícia generalizada contra o exército dos santos, mas uma luta particular com cada um dos filhos de Deus.” Estamos numa batalha. A batalha pertence ao Senhor. O General dos generais conclama seus soldados. Ele dá as ordens. Ele tem o poder. No entanto, os soldados precisam lutar. O soldado tem uma escolha diária a fazer – colocar a armadura e lutar contra o inimigo, ou desobedecer a seu comandante e chefe.
Quando escolhemos colocar nossas vidas à disposição de Deus pela oração e pelo poder do Espírito Santo, Ele renova as nossas mentes e aviva os nossos corações. Nos tornamos mais parecidos com Cristo. Ao vermos as vitórias em nossas vidas, a fé sopra em nossos corações com uma brisa suave em um dia de calor escaldante, renovando nossas vidas e corações. O coração reavivado irá então orar por aqueles à sua volta. Marido e mulher, pais e filhos, irmãos e irmãs, tios e tias sentirão o impacto das fortalezas sendo destruídas. Começaremos a ver que Deus é poderoso para destruir as fortalezas em nossas vidas, o que produzirá em nossos corações fé para confiarmos n’Ele, a fim de que Ele faça o mesmo na vida daqueles a quem muito amamos. As fortalezas estão enraizadas em nossas fraquezas. Quando corremos para Deus em oração, descobrimos que o Seu poder se aperfeiçoa em nossa fraqueza (II Co. 12.9) e as paredes das fortalezas ruirão.
(Orando por sua família)

29 de jul. de 2011


Jesus Cristo não é apenas o centro do evangelho, mas é todo o evangelho. Os quatro evangelistas nunca se concentram em outra personalidade. Personagens marginais permanecem na periferia, e não se permite mais ninguém tomar o centro do palco. Vários indivíduos são apresentados somente para interrogar, responder ou reagir a Jesus. Nicodemos, a mulher samaritana, Pedro, Tomé, Caifás, Pilatos e muitos outros são secundários em relação à pessoa de Jesus.
E é assim que deve ser, pois o Novo Testamento é uma visão da salvação. Quando baixar a última cortina, Jesus eclipsará todas as pessoas famosas e poderosas que já viveram. Cada homem e cada mulher serão considerados conforme sua resposta a Jesus. Segundo escreveu T. S. Eliot: “Ó minha alma, [...] prepara-te para quem sabe como questionar”.
No homem Jesus há como uma absoluta compatibilidade de propósitos em relação a Deus. No entanto, aqui está em questão mais do que conhecimento e ligação afetiva: Jesus vive para esclarecer o reino de Deus e a vida no reino de Deus.
- A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra. (João 4.34)
- As palavras que eu lhes digo não são apenas minhas. Ao contrário, o Pai, que vive em mim, está realizando a sua obra. (João 14.10)
- Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua. (Lucas 22.42)
E no templo, Jesus responde de forma lacônica à sua mãe: “Por que vocês estavam me procurando?” (Lc. 2.49). Outra passagem é ainda mais básica. Jesus estava ensinando, cercado por um grupo de ouvintes. Alguém o tocou: “Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te procuram”. E ele, que sabia muito bem quem era a sua mãe, retrucou com a mesma profundidade que marcou sua vida na terra: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?”. Jesus fez uma pausa, olhou os que estavam sentados ao seu redor e continuou: “Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mc. 3.31-35).
Não devemos permitir que essas palavras sejam interpretadas como alegoria. A vontade de Deus é uma realidade. É como um rio de vida partindo de Deus em direção a Jesus – uma circulação sanguínea da qual ele recebe vida de maneira mais profunda e poderosa do que a recebida de sua mãe. E quem estiver pronto para fazer a vontade de Deus se torna parte dessa circulação sanguínea.
O crente, o homem que faz a vontade divina, está unido à vida de Cristo Jesus de forma ainda mais verdadeira, mais profunda e mais forte do que Jesus esteve unido à sua mãe. Percebemos aqui uma falta absoluta de sentimentalismo humano em Jesus. Os dois focos de seu ministério são Deus e ele próprio. Insistamos mais uma vez: É ASSIM QUE DEVE SER.

22 de jul. de 2011



Neste convite de Jesus estão envolvidos princípios desafiadores nos quais precisamos refletir de forma honesta e sincera, se nos consideramos verdadeiramente seguidores do Mestre. Na qualidade de seus discípulos não temos mais o direito de andarmos segundo os nossos próprios interesses ou conforme a nossa maneira de ver a vida, mas hoje temos um padrão ou referencial no qual somos convidados a nos conduzir, já que a decisão é voluntária e espontânea.
Se um dia respondemos afirmativamente ao convite de Jesus, então precisamos levar a sério o nosso compromisso de obediência, submissão e renúncia conforme descrito no Evangelho de Marcos 8.34 quando o Mestre disse: “Se alguém quiser vir após mim negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me”. Negar-se a si mesmo, tomar a cruz e seguir a Cristo, são os princípios que verdadeiramente nos conduzem a salvação, porque são mandamentos daquele que tem poder para salvar e nem em nenhum outro há salvação.
NEGAR-SE A SI MESMO – Deixar o Espírito Santo trabalhar em nosso coração nos ajudando a abandonar todo sentimento faccioso como a inveja, vaidade, ciúmes, avareza, soberba, concupiscência da carne, lascívia, ira, desejo de vingança, vícios e outros sentimentos e comportamentos abomináveis ao Senhor. Negar-se a si mesmo é oferecer o outro lado da face, é perdoar e amar os nossos inimigos, bendizer os que nos maldizem, fazer bem aos que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam e nos perseguem. É buscar ter a mesma humildade de Cristo, andar em santidade como Ele andou, guardar os Seus mandamentos e fazer a vontade do Pai. Negar-se a si mesmo significa desapego às coisas materiais, pois o verdadeiro discípulo vive na esperança do tesouro que jamais perece – a vida eterna com Deus.
TOMAR A CRUZ – Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como Cristo nos ama e se necessário, dar a vida por Ele. Aprender a renunciar, abandonando o pecado e assumir um compromisso definitivo com Deus e com Seu Reino, entregar-se ao inteiro domínio de Cristo. É almejar o ideal de uma vida cujo modelo está na palavra de Paulo aos Galatás 2.20: “Já estou crucificado com Cristo e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou por mim”.
SEGUIR A CRISTO – É andar no mesmo caminho que Ele andou. Isto é, procurar viver uma vida exemplar, cheia de fé, humildade, alegria, esperança e amor convictos da direção do Pai em cada passo do nosso caminhar. O Apóstolo Paulo escrevendo aos Efésios 5.1-2 diz: “Sede pois imitadores de Deus, como filhos amados, e andai em amor como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus em aroma suave.” Seguir a Cristo é ouvir a sua voz e obedecer os Seus ensinos e isto não é sacrifício nem martírio, ao contrário do que muitos pensam. Exige sim renúncia de coisas que não edificam nem produzem resultados saudáveis para o nosso viver. Finalmente, lembra o Apóstolo João em sua 1ª Carta 5.3: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos e os seus mandamentos não são pesados”.
Atenda o convite de Jesus e experimente o verdadeiro prazer da vida, pois Ele mesmo diz: “Vinde a mim os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vossa alma. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mt. 11.28-30).
ACEITE ESTE CONVITE E SEJA FELIZ!

14 de jul. de 2011

FAMÍLIA - LUTEMOS POR SEUS VALORES


Estamos realizando o nosso 27º Encontro de Casais, um trabalho que nossa igreja realiza há 23 anos e que tem abençoado muitas vidas, restaurando casamentos e resgatando almas para o Reino de Deus. A cada ano, os desafios são maiores e as dificuldades aumentam, pois vemos que o conceito de família cada vez mais tem se desvirtuado dos princípios estabelecidos pelo Criador. O pastor e escritor Hernandes Dias Lopes, em seu site, escreve o seguinte: “A família brasileira está encurralada por crises medonhas. Há uma orquestração perversa contra essa vetusta instituição divina, com o propósito de solapar seus alicerces e desconstruir seus valores. Abordaremos, aqui, quatro forças poderosas que se voltam contra a família nos dias presentâneo.
1. A televisão é ainda o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerada o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. Talvez nenhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas. O argumento usado para essa prática é que a televisão apenas retrata a realidade. Ledo engano. A televisão induz a opinião pública. Ela não informa, mas deforma. Não esclarece, mas deturpa. Agora, de forma desavergonhada a televisão brasileira abraçou a causa homossexual com o propósito de induzir a sociedade a aceitar como opção legítima a relação homo afetiva. Não se trata de um esclarecimento ao povo sobre o referido assunto, mas uma indução tendenciosa. Os programas que tratam da matéria são feitos com a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família e exaltar a prática homossexual, que a Escritura chama de um erro, uma torpeza, uma abominação, uma disposição mental reprovável, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).
2. A suprema corte brasileira, (STF), por unanimidade, legitimou os direitos da relação homo afetiva. A nação brasileira já colocou o pé na estrada do relativismo moral, da absolutização do erro, do desbarrancamento da virtude, da conspiração irremediável contra a família. Os juízes de escol da nossa nação reconheceram como legal e moral a relação de um homem com um homem e de uma mulher com uma mulher. Precisaremos, portanto, redefinir o verbete casamento e criar um novo conceito para família. Estamos colocando os valores morais de ponta cabeça. Estamos desmoronando o que Deus edificou. Estamos nos insurgindo não apenas contra a família, mas contra o próprio Deus que instituiu o casamento e estabeleceu a família. Desta forma, julgamo-nos sábios, tornamo-nos loucos, pois ninguém pode desfazer o que Deus faz e ninguém pode insurgir-se contra Deus e prevalecer.
3. Com os recursos suados dos trabalhadores brasileiros que, com dignidade lutam para o progresso da nação, o Ministério da Educação lançou um kit gay, para ser distribuído nas escolas públicas, cuja finalidade, mais uma vez, não era esclarecer crianças e adolescentes sobre a sexualidade, mas induzi-los à prática homossexual. Querem tirar das famílias o privilégio de orientar seus filhos. Querem domesticar a consciência das nossas crianças, induzindo-as a essa prática que avilta o ser humano, escarnece da família e afronta ao criador. É preciso tocar a trombeta aos ouvidos da sociedade, para repudiar essa iniciativa infeliz do ministério da educação, que em vez de sair em defesa da família, e promover a educação, lança sobre ela seus dardos mais mortíferos. Em virtude da pressão da bancada evangélica e não por dever de consciência, a presidente mandou suspender o referido kit.
4. Está na pauta do Congresso Nacional um projeto de lei que visa criminalizar aqueles que se manifestarem contra a prática homossexual, contrariando, assim, a Constituição Federal, que nos faculta a liberdade de consciência e de expressão. Contrariando, outrossim, os preceitos da Palavra de Deus que, considera a relação homossexual como algo contrário à natureza e uma abominação para Deus (Lv 18.22; Rm 1.24-28; 1Co 6.9-11). Essa lei visa não apenas legitimar o ilegítimo, tornar moral o imoral, mas também, punir com os rigores da lei, aqueles que, por dever de consciência, não podem se curvar ao erro. Povo de Deus, não podemos nos calar diante dessas ameaças!”

8 de jul. de 2011

O REINO DE DEUS ENTRE NÓS



A propósito do tema cujo estudo começou no domingo passado e que será levado a efeito durante todo este trimestre e na intenção de ajudar nas reflexões sobre “O que é ser igreja hoje?”, transcrevo o texto a seguir, extraído do livro Atualidades cujo teor nos convida a confrontarmos nossa postura como igreja, avaliando nosso desempenho na manutenção dos valores que precisamos conservar.
O reino de Deus começou a tornar-se realidade no ministério de Jesus, continua sendo implantado entre nós, mas só será completo na consumação final dos propósitos de Deus para seu povo. Quando isto finalmente acontecer, já não haverá mais impedimento para que a vontade de Deus seja plenamente cumprida na vida de cada um.
Jesus falou sobre isto ao referir-se à figueira que anuncia o verão (Mc. 13.28-29). Assim como as folhas verdes, os brotos tenros, anunciam a mudança de estação, seu ministério anunciava uma mudança. Uma mudança que só se completará no final dos tempos, mas isto não é motivo de tristeza. Pelo contrário, Jesus disse que ninguém se entristece durante as bodas (Mc. 2.19). Mas deveria significar a disposição para levar estas mudanças adiante.
Com isto ele também demonstrou que não se tratava de uma simples continuação do velho sistema religioso judaico. Não era um simples remendo. Por isto, é necessário romper com as velhas práticas quando se faz parte do reino de Deus. Uma nova identidade é estabelecida.
Isto precisa ser lembrado a cada dia, quando velhas práticas do mundo procuram se misturar com o modo de vida do cristão. A falta de cuidado para com as coisas de Deus tem feito com que muitas igrejas percam suas características. Com as desculpa de acolher o pecador, têm dado guarida ao pecado. Com o pretexto de trazer tantos quanto possível, pregam um evangelho fácil, sem comprometimento.
Que o nosso referencial continue sendo exclusivamente a Palavra de Deus, nossa regra de fé e prática, num contexto atual que impera a opressão, a violência e a miséria. É para este tempo que mais do que nunca o homem precisa da mensagem séria e voltada para um verdadeiro compromisso com Deus. Que Ele nos ajude!

21 de jun. de 2011



“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o entendimento.” (Mt.22.36-37)
Tanto no AT como no NT, o amor que há no coração é o alvo da busca de Deus. Ele se dirige ao coração porque ali se encontra a sede do amor. (...)
Enquanto Deus se revela a si mesmo no íntimo do coração pela palavra lida e recebida, pelo reconhecimento de sua ação no mundo e pela comunicação pessoal do Espírito que habita em nós, devemos responder em oração a Ele que declara e aprofunda nosso amor.
Uma moça presa numa casa em chamas foi resgatada por um jovem bombeiro, que pôs sua própria vida em risco para retirá-la do incêndio. Ela sentiu profunda responsabilidade de lhe agradecer o ato sacrificial. Poucos dias depois, a jovem, que foi resgatada, procurou o bombeiro para externar sua gratidão. Eles conversaram, passearam e, finalmente, acabaram se casando. Ela, que devia a vida ao jovem bombeiro, passou a namorá-lo e, lentamente, um mero sentimento de gratidão transformou-se num amor profundo. Pagou sua dívida com a oferta permanente do seu amor e mostrou sua alegria em conviver com aquele que arriscou sua vida para resgatá-la.
Assim também Deus procura uma comunhão por meio da experiência verdadeira com cada pessoa que experimentou passar da morte para a vida (João 5.24), pelo sacrifício de Jesus Cristo.
(...) O General William Booth, fundador do Exército da Salvação, foi indagado acerca do segredo do seu sucesso. Hesitou por um instante, mas logo, com os olhos cheios de lágrimas, respondeu: “Eu compartilharei o segredo. Deus tem se apoderado de tudo que há em mim. Podem ter havido homens com maiores oportunidades, mas desde o dia em que os pobres de Londres dominaram meu coração e ganhei uma visão daquilo que Jesus Cristo podia fazer, determinei que Deus teria tudo do que houvesse em William Booth. Se há algum poder no Exército da Salvação, hoje, é porque Deus tem recebido toda a adoração do meu coração, todo o poder da minha vontade e toda a influência da minha vida.”
Deus nos quer como seus verdadeiros adoradores, por nos amar profundamente (I João 4:8-16). Seu mandamento singular requer que nós o amemos de todo o coração e alma.
(...) Adoração deve ocupar também a mente, de maneira a envolver a meditação e a consciência do homem. Os valores que excluímos ou incluímos em nossa mente devem concordar com os valores divinos. (...) Amar a Deus com entendimento (Mc.12:30) é um desafio constante.
(...) O Culto verdadeiro requer todo nosso esforço...
É comum um membro da igreja secularizada professar a fé em Cristo, mas não se preocupar em expressar amor a Deus, que exige toda a sua força.
(...) Creio que foi o receio de ter muitos seguidores que não entendessem o que era essencial na adoração, que motivou Jesus a desvendar o alto preço pago por um discípulo. Palavras extraordinárias são as seguintes: “Se alguém vem a mim, e amar pai e mãe, mulher e filhos, irmãos e irmãs, e até a própria vida, mais do que a mim, não pode ser meu discípulo.”LC. 14:26
(...) Há muitos anos, John Comenius escreveu: “Porque aquele que ama a Deus com todo seu coração não necessita de prescrições para saber quando, onde e quanto ele deve servi-lo, adorá-lo e cultuá-lo. Porque essa união sincera com Deus, em si mesma, juntamente com a prontidão em obedecer e adorar a Deus de modo mais aceitável, o conduz a louvá-lo através de seu ser e glorificá-lo em todos os seus atos.”
Russel Shedd

17 de jun. de 2011

O CULTO AGRADÁVEL A DEUS



Jesus declarou que Deus é Espírito e que os verdadeiros adoradores devem adorá-lo em espírito e em verdade (Jo. 4.23). Parece-me que não é comum planejar o culto com a intenção de adorar em espírito (ou Espírito). Paulo escreveu para os filipenses que “nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos pelo Espírito em Cristo Jesus e não temos confiança alguma na carne” (3.3). Contrastada com a adoração judaica, a circuncisão falsa, este versículo ensina que adoração somente será aceitável a Deus se for oferecida em cooperação com o Espírito Santo. Como não sabemos orar se não conseguimos ajuda do Espírito (Rm. 8.26), também não temos capacidade para em nós mesmos adorar. Cultuar sem este auxílio resulta em adoração falha e inaceitável. Torna-se carnal e mundana, como o culto imaturo dos coríntios (ICo 3.1,3; 13.1 – 3).
“Deixem-se encher pelo Espírito”, escreveu Paulo, para que a adoração seja genuína. Esta incluiria “falar entre si com salmo, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Ef. 5.18 - 20). Mas isto somente será possível se o Espírito de Deus estiver movendo e incentivando-nos a cultuar e a gozar da comunhão com os irmãos da igreja por meio da música e palavras que exalam amor pelo Senhor. Por isso, a escritura afirma que o fruto do Espírito é amor e alegria.
O indicador que avalia a adoração no Espírito se mostra no efeito produzido pelos cultos. Deus espera comunicação amorosa, louvor e gratidão genuinamente emanando do coração, e não apenas cânticos dos alto-falantes ensurdecentes e mensagens preparadas às pressas sem muita oração. Um culto, que não promove crescimento do amor pelo Senhor e pelos irmãos, falha porque não alcança o seu propósito. Essa adoração não é “no” e nem “pelo” Espírito, portanto, não é adoração que Deus busca, sabendo que fruto do Espírito não é outro senão amor. Jesus disse dos seus contemporâneos: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram...” (Mc. 7.6,7).
Semelhantemente, Paulo lembra aos efésios de sua oração em que pede que, “segundo as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, para que Cristo habite no coração de vocês mediante a fé” (Ef. 3.16,17). Novamente, notamos que, pela atuação poderosa do Espírito, será possível reproduzir a presença ampla e profunda de Cristo na vida e prática dos irmãos. Desse modo, eles poderão compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que eles possam ficar cheios de toda a plenitude de Deus (v. 18,19). Culto em espírito e em verdade cria a realidade que Deus busca, isto é, adoração que transforma crentes na imagem de Cristo (Rm. 8.29; Cl. 3.10).
(Russel Shedd)

16 de jun. de 2011

Programa PEPE






(PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA EM FAMÍLIA NA COMUNIDADE) – TRABALHAMOS COM 20 CRIANÇAS DIARIAMENTE ALIMENTANDO, ENSINANDO E MENSALMENTE ENTREGAMOS UMA CESTA BÁSICA A CADA FAMÍLIA.