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9 de mar de 2012

A NECESSIDADE DE VIVERMOS EM UNIDADE

Dando continuidade ao tema tão sugestivo e desejado por nós, transcrevemos o texto a seguir, do livro “Filipenses – A alegria triunfante no meio das provas”, com algumas adaptações para nossa reflexão e prática: “A maior arma contra o inimigo é uma vida piedosa coerente, digna. No entanto, a igreja é mais do que a vida particular de cada um de seus membros. A igreja é uma equipe, é um time que precisa trabalhar unido. Contudo não bastam aos membros da igreja estarem juntos eles precisam ter confiança e não viver assustados diante do sofrimento. Podemos sintetizar este parágrafo, destacando três coisas: Em primeiro lugar, a necessidade de viver de modo digno do Evangelho (Fp. 1.27). A teologia precisa produzir vida. A doutrina precisa desembocar em ética. Aqui é o Evangelho que estabelece a norma ética. OS crentes de Filipos deviam viver como pessoas convertidas tanto dentro da igreja quanto fora, no mundo. A fé que abraçamos precisa moldar o nosso caráter. A vida do cristão é o quinto Evangelho, a página da bíblia que o povo mais lê. Precisamos viver de modo digno para não sermos causa de tropeço para os fracos. Precisamos viver de modo digno para não baratearmos o Evangelho que abraçamos. Precisamos viver de modo digno para ganharmos outros com nosso testemunho. Em segundo lugar, a necessidade de unidade no trabalho. A igreja de Filipos estava sendo atacada numa área vital, a quebra da comunhão. Seus membros estavam fazendo a obra de Deus, mas divididos. Paulo os exorta a estarem firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica. A igreja não é apenas um amontoado de gente vivendo num parque de diversão mas um grupo de atletas trabalhando juntos pelo mesmo objetivo. Paulo diz que os crentes devem trabalhar como atletas de um time, todos com a mente focada no mesmo alvo, o avanço do Evangelho. Unidade de coração e de mente. Isso fala das afeições, de como nos sentimos diante das pessoas e reagimos a elas. Fala acerca das coisas que realmente são importantes para nós. Unidade na fé. A igreja precisa ter unidade doutrinária. Precisamos lutar não por modismos, doutrinas de homens, mas pela fé evangélica. Fora da verdade, não há unidade. Muitos cristãos fraquejam, ensarilham as armas e fogem do combate na hora da tribulação. Outros se distanciam não da obra, mas dos irmãos, e rompem a comunhão fraternal. Paulo os exorta a estarem juntos e firmes lutando pela fé evangélica. Em terceiro lugar, a necessidade de coragem em meio à perseguição. A igreja de Filipos estava enfrentando uma ameaça interna (a quebra da comunhão) e uma ameaça externa (a perseguição). Paulo os exorta a trabalharem unidos e também a enfrentarem os adversários sem temor, sabendo que o padecimento por Cristo é uma graça pois até mesmo a perseguição à igreja vem da parte de Deus. É bem verdade que somente pela fé, que vem pela graça, pode o sofrimento ser considerado um privilégio. Enquanto muitos pregam que a glória é a insígnia de todo cristão, Paulo afirma que a marca distintiva do crente é a cruz. O sofrimento por causa do Evangelho não é acidental, mas um autoprivilégio, nada menos que um dom da graça de Deus. Que Ele nos abençoe!

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