Barra de vídeo

Loading...

12 de dez de 2013

QUANDO OS PROBLEMAS GERAM DÚVIDAS

O HOMEM CONHECIDO COMO João, o Batizador (ou Batista), foi realmente uma pessoa notável. Mesmo antes de sua concepção, Deus anunciou o grande papel que ele desempenharia no drama da história humana. Um anjo o chamou de “grande aos olhos do Senhor” e predisse que ele seguiria “no espírito e no poder de Elias” (Lc 1:15,17). Quando pregador, já adulto, ele atraía grandes multidões ao deserto para ouvir sua pregação à medida que preparava o caminho para a chegada do Messias. Até mesmo Jesus Cristo disse o seguinte sobre ele: “Entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista” (Mt 11:11).
            Ainda assim, este herói nacional, o “bebê milagroso” de um casal de idosos, um pregador ardente do arrependimento e primo de Jesus de Nazaré, quase sucumbiu ao desânimo e à dúvida quando problemas graves atrapalharam seus passos.
            Quando João viu o Espírito Santo descer sobre Jesus em seu batismo, não teve dúvida de que ele era o Messias prometido por Deus. O Senhor já lhe revelara isso anteriormente. “Aquele sobre quem você vir o Espírito descer e permanecer.” João estava suficientemente confiante para mostrar Jesus a seus discípulos, declarando em voz alta: “Vejam! É o cordeiro de Deus!” (Jo 1:33,36).
            Contudo, quando Herodes prendeu João por pregar contra o adultério público do rei, a confiança de João definhou. Ele olhou por trás das barras acinzentadas da cela para a face cruel dos guardas que, temia ele, logo o executariam, e ficou desanimado, até mesmo deprimido. Será que havia entendido tudo errado?
            Ele enviou alguns de seus discípulos para fazer a Jesus uma pergunta repleta de dúvida: “És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” (Mt 11:3).
            Ao ler sobre a descrença de João, podemos sentir vontade de repreendê-lo. Deveríamos censurá-lo por sua dúvida depois de seu nascimento miraculoso e da confiança anterior. Jesus não fez nada disso. Pelo contrário, este salvador, que “não quebrará o caniço rachado, não apagará o pavio fumegante” (Mt 12:20), descreveu com candura todos os milagres que estavam acontecendo: os cegos veem, os mancos andam, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, e as boas-novas são pregadas aos pobres. Então, pede aos homens de João que digam a seu líder desanimado: “Feliz é aquele que não se escandaliza por minha causa” (Mt 11:6).
            Os problemas pessoais têm uma maneira de fazer que o mais resistente entre nós duvide de nosso chamado, da fé e de Deus. Felizmente, temos um Senhor que “sabe do que somos formados; lembra-se de que somos pó” (Sl 103:14). E, surpreendentemente, ele promete que nos abençoará mesmo assim.

MORAL DA HISTÓRIA: DEUS USA SUAS BÊNÇÃOS PARA CONFRONTAR NOSSAS DÚVIDAS.

28 de nov de 2013

NÃO SE PREOCUPE; SEJA FELIZ.

Nenhum lugar da terra está imune a coisas como desastres naturais, doenças ou conflitos humanos. Nos dias dos profetas Jeremias e Miqueias, os falsos pregadores proclamavam uma falsa paz, uma paz criada pelo homem sem Deus. Eles criaram um slogan que pregoava “paz, paz”, mesmo diante do pecado e de circunstâncias terríveis. Jeremias disse: “Eles tratam da ferida do meu povo como se não fosse grave. ‘Paz, paz’, dizem” (Jr 6:14).
                Deus, porém, declarou que eles estavam proclamando paz “quando não há paz alguma”. Seu julgamento foi severo: “Cairão entre os que caem; serão humilhados quando eu os castigar’, declara o Senhor” (Jr 6:14-15).
                As coisas não são diferentes hoje em dia. Há muitos que tranquilizam aqueles que vivem de maneira contrária à Palavra de Deus: “Não se preocupe, todo mundo faz isso. Na verdade, Deus não se importa com essas coisas menores. Afinal de contas, você não está prejudicando ninguém”. Em essência, estão dizendo “paz, paz” onde não há paz alguma.
                E Deus responde: “Não há paz para a pessoa rebelde”. Todo pecado é sério para o Senhor. Ele nunca deve ser banalizado por justificativas humanas. Somente o perdão divino pode trazer paz genuína.
                O profeta Isaías proclamou esta palavra vinda do Senhor:

“Eu vi os seus caminhos, mas vou curá-lo; eu o guiarei e tornarei a dar-lhe consolo, criando louvor nos lábios dos pranteadores de Israel. Paz, paz, aos de longe e aos de perto”, diz o Senhor. “Quanto a ele, eu o curarei”. Mas os ímpios são como o mar agitado, incapaz de sossegar e cujas águas expelem lama e lodo. "Para os ímpios não há paz", diz o meu Deus. Isaías 57:18-21

                Outros oferecem uma solução vazia para aqueles que estão enfrentando grande tristeza ou dor, dizendo: “Não se preocupe, isso vai passar. Você vai superar”. Estão dizendo “paz, paz”.
                E Deus responde “não há paz alguma”. Nenhum comprimido, nenhuma quantidade de sono, nenhum espaço de tempo podem, sozinhos, tratar de um espírito ferido. Somente o perdão, o conforto e a misericórdia de Deus são capazes de curá-lo e restaurar a paz genuína.

                Jesus disse claramente: “Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenha medo” (Jo 14:27). Com essas palavras, Cristo apresentou as causas fundamentais de preocupação e ansiedade que, para todos nós, são o medo e um coração perturbado.

13 de nov de 2013

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR

Em I Samuel capítulo sete lemos a história que pode nos ajudar em muito nas nossas reflexões sobre o tempo em que estamos vivendo na Igreja Batista Central em Belford Roxo. Tempo de colheita, tempo de paz e sobretudo tempo de gratidão pois estamos no mês de aniversário de nossa igreja. Aconselho a leitura de todo o capítulo mencionado, para um bom entendimento da mensagem ali contida.
Quando eu e você decidimos buscar do Senhor uma solução apresentando nossas batalhas diante Dele com humildade e sacrifício, Deus toma nossas lutas para Ele. Nossas batalhas passam a ser Suas batalhas, nossos problemas passam a ser Seus problemas ... verdadeiramente o Senhor peleja por nós. Esta história nos dá conta que para chegar àquele momento em que Samuel ergueu o memorial, algumas atitudes do povo foram fundamentais:
O povo buscou ao Senhor com súplicas (v. 2)
O povo abandonou a idolatria (v. 4)
O povo reconheceu o seu pecado (v. 6)
Deus fez cair trovões e relâmpagos sobre os inimigos, houve uma confusão total nos campos dos filisteus que os fez fugirem em pânico perseguidos pelos soldados de Israel. Samuel ergueu um marco, um monumento que seria perpetuado na história para a glória do Senhor. Todos que olhassem para aquela pedra se lembrariam daquele dia e como Deus os ajudou. Assim também, pelos olhos da fé devemos olhar para Cristo e nos lembrarmos que estamos aqui porque Ele nos tem ajudado e sustentado – Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas. Glórias pois a Ele eternamente, amém! Sem Deus, não existiríamos, sem Jesus, nunca teríamos vencido. Se hoje somos vencedores é porque Ele venceu por nós.
“Até aqui” expressão da qual podemos tirar três preciosos ensinamentos:
Revela bênçãos no passado – Quando mencionamos “até aqui” estamos reconhecendo que ao longo destes 44 anos tivemos momentos especiais, experiências que nos ajudaram a pensar o quanto somos amados pelo Pai, o quanto nossa história foi marcada por situações as mais diversas mas se estamos aqui foi porque prevaleceu a vitória. O Senhor não nos abandonou, houve ação direta do Seu poder e da sua misericórdia.
Revela bênçãos do presente – “Aqui” fala de um hoje, de um agora. ÉR importante olhar o passado mas o que vale mesmo é o presente, o que somos hoje, o que estamos oferecendo agora ao Senhor e isto deve nos levar a um profundo reconhecimento. A mão de Deus nos guiando e sustentando, resulta em nosso coração uma alegria sem par.
Revela expectativas de bênçãos para o futuro – “Até aqui” não aponta necessariamente para um ponto final. Pelo contrário, temos sonhos, temos projetos, ideais de sermos melhores. Servir ao Senhor com integridade, lembrando sempre que a nossa missão neste mundo é fazer a grande diferença. Fé perseverante. Olhando sempre para o futuro com a certeza da vitória, pois a vitória pertence àqueles que não retrocedem.

Que Deus nos ajude! Amém!

7 de nov de 2013

DOIS É MELHOR DO QUE UM

“É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas. Se um cair, o amigo pode ajuda-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se! E se dois dormirem juntos, vão manter-se aquecidos. Como, porém manter-se aquecido sozinho? Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se quebra com facilidade” (Eclesiastes 4:9-12)

A propósito do nosso 16° Retiro de Casais, transcrevemos o texto a seguir, aconselhando, para melhor entendimento, a leitura completa de todo o capítulo acima mencionado.
As coisas parecem bem ruins para o autor desta passagem. Ele olha para o mundo a seu redor e declara que o indivíduo mais feliz “é aquele que ainda não nasceu” (V.3)

Talvez possamos concordar com esse panorama sombrio. As notícias que vemos todas as noites na televisão não são promissoras. Guerra, fome, problemas econômicos – tudo parece muito amargo.

Deste lado do céu, porém, sobreviveremos com mais alegria se não estivermos sozinhos. Alguns versículos depois, o autor de Eclesiastes chega à seguinte conclusão: “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas. Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se!” (V.9-10)

Deixados a sós, sem ninguém íntimo a quem amarmos, tendemos a descer rapidamente pela espiral da autocomiseração. É difícil sair sozinho de um período de mau humor. Enxergamos a vida apenas de nossa perspectiva.

Contudo, com uma pessoa amada, podemos ouvir palavras de conforto e conselhos que nos erguem. Quando sentirmos pena de nós mesmo, teremos alguém para destacar as bênçãos que estão presentes em nossa vida.


Algumas pessoas são chamadas para viver uma vida solitária. Para elas, Deus normalmente provê um amigo próximo, do mesmo sexo, para servir de confidente e incentivador, como Bernabé foi para o apóstolo Paulo. Para a maioria de nós, porém, o supremo dom divino da parceria é o casamento, e as bênçãos de Deus encontradas no relacionamento conjugal superam em muito a vida solitária.

24 de out de 2013

PARECIDOS COM CRISTO

Não estamos bem certos do que realmente significa ser como Cristo. Não sabemos bem o que significa enxergar com os olhos dele, ouvir com seus ouvidos, sentir com seu coração. Às vezes, gostaria de saber. Às vezes, fico pensando como é desejar uma única coisa, sem distração na mente ou divisão no coração. Querer apenas aquilo que o Pai quer. Falar apenas aquilo que o Pai ensinou. Fico imaginando como é esvaziar-me de mim mesmo como Jesus fez. Entregar-me como ele se entregou. Sacrificar a mim mesmo como ele fez.
           
Até que Cristo volte para restabelecer seu reino sobre a terra, Deus está restaurando seu domínio neste mundo rebelde, uma pessoa por vez, uma família por vez, uma igreja por vez. Por ora, o domínio de Deus está sobre aqueles que ostentam sua imagem, aqueles cuja vida reflete seu amor, sua sabedoria, sua compreensão, sua compaixão, seu perdão, sua humildade, sua bondade.
           
É claro que nem todos aqueles que carregam o nome de Cristo ostentam sua imagem. Existe uma diferença entre ser cristão e ser conforme a imagem de Cristo. Tornar-se cristão acontece quando, por assim dizer, uma pedra é libertada da montanha. Várias coisas ocorrem antes, em preparação para esse momento, como a perfuração de buracos e a colocação de cunhas, mas, por fim, uma última fissura libera a pedra. Pode ser um momento de fragmentação, no qual a última rachadura reverbera por toda a pedreira. Ou um momento silencioso no qual a última rachadura é tão leve que passa despercebida. Seja como for, há um instante em que a pedra se solta.
            
Ou seja, fica livre da montanha.
           
Mas não de si mesma.
            
Conformar-se à imagem de Cristo é o processo que Deus usa para libertar a pedra de si mesma. Paulo o expõe em Romanos 8:28-29:

Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito. Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.

            
Deus usa as circunstâncias de nossa vida – todas as circunstâncias de nossa vida – como ferramentas. Ele cuida de sua obra da mesma maneira que Michelangelo cuidava da dele. Dentro da pedra tosca de nós mesmos está presa a imagem de Cristo. Para libertar a imagem, ele arranca tudo que não é Jesus.

17 de out de 2013

MORRER POR UMA PESSOA

Alguns falam sobre a nobreza de “morrer por uma causa”. Apontam para algum herói que sacrificou a vida por um movimento ou um ideal. Às vezes, os cristãos fazem a mesma coisa, apontando para bravos mártires que, voluntariamente, derramaram seu sangue com o objetivo de proclamar a mensagem cristã. Com muita frequência, citam Estêvão.
            Não deveriam. Estêvão não morreu por uma causa ou por um movimento. Apenas uma coisa o levou a sacrificar sua vida: amor por seu Senhor maravilhoso.
            A Bíblia descreve Estêvão como um homem cheio de fé, graça, poder espiritual e sabedoria (At 6:5,8,10). Os apóstolos o indicaram para o primeiro “corpo diaconal”, um grupo de sete homens encarregados de administrar o programa eclesiástico de assistência às viúvas.
            Quanto mais Estêvão refletia sobre a importância da vida, da morte e da ressurreição de Jesus mais aparentes se tornavam as consequências lógicas. Em sua pregação, ele enfatizava um relacionamento com Cristo, em vez de um comprometimento com as formas ou os regulamentos religiosos. Numa época em que os líderes religiosos valorizavam as regras feitas por homens tanto quanto a lei de Deus ou mais, logo seus ensinamentos começaram a lhe causar dificuldades.
            Muito embora os líderes judeus de Jerusalém tivessem advertido os apóstolos de não pregar em nome de Jesus e apesar de ocasionalmente os açoitarem, eles ainda não haviam iniciado nenhuma campanha formal para suprimir a igreja um todo. Tudo isso mudou depois que Estêvão começou a pregar.
            Os líderes religiosos viram a mensagem de Estêvão como um ataque contra três preceitos “intocáveis”: a Lei mosaica como a mais elevada revelação de Deus, o templo como a residência permanente do Senhor na terra e a terra de Israel como o único lugar das bênçãos terrenas. Estevão rejeita esses preceitos e, ao contrário, ensinava que Cristo, e não o templo de Jerusalém deveria ser o foco central da fé.
            Seu sermão, apresentado em Atos 7 (o maior monólogo registrado na Bíblia), colocou a Lei, a terra e o templo num papel de subordinação a Cristo. Jesus é a mais elevada revelação de Deus; Jesus é o Senhor sobre toda a terra; o fiel pode adorar a Cristo em qualquer lugar. Os líderes reagiram com fúria e imediatamente o apedrejaram até a morte.
            Já caído, prestes a morrer, Estêvão repetiu o padrão do Senhor a quem amava. Primeiramente, orou: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”. Então, acrescentou: “Senhor, não os consideres culpados deste pecado” (At 7:59-60; compare com as palavras de Jesus registradas em Lc 23:34,46). Um Jovem fariseu chamado Saulo – que, mais tarde, se tornaria o apóstolo Paulo – participou com avidez da morte de Estêvão. Como diria Agostinho, séculos mais tarde, “se Estêvão não tivesse orado, a igreja não teria tido Paulo”.
            A oração da hora da morte de Estêvão foi feita não em apoio à religião, mas em súplica àquele que ele já podia ver recebendo-o na presença de Deus.


Moral da História: Devemos estar preparados para dar tudo – até a própria vida- pela pessoa de Jesus Cristo.

26 de set de 2013

TÍMIDO, MAS PRODUTIVO

Muitos de nós evitam se envolver no ministério porque dizemos a nós mesmo que não temos o temperamento adequado. Ouvimos o que dizem Pedro, o impetuoso, ou Paulo, o apóstolo ousado, e pensamos: “Ei, eu não sou assim. Eu não me levantaria nem diante de três pessoas para falar, quando mais diante de uma multidão. Vou deixar o ministério para os profissionais”.
            Contudo, Deus não pensa dessa maneira. Analise Timóteo, a “Prova A”.
            Timóteo cresceu num lar dividido. Embora sua mãe judia tenha se tornado cristã, não há indicativos de que seu pai grego tenha aceitado a fé. Parece que tanto Timóteo quanto sua mãe aceitaram a Cristo durante a primeira viagem de Paulo, quando o apóstolo visitou Listra, a cidade natal deles. Na segunda viagem do apóstolo por aquela área, ele notou Timóteo, uma vez que “os irmãos de Listra de Icônio davam bom testemunho dele” (At 16:2). Paulo e Timóteo desenvolveram uma grande proximidade, e o apóstolo se tornou mentor espiritual do rapaz.
            Daquela época em diante, Timóteo acompanhou Paulo diversas vezes em suas viagens, às vezes permanecendo mais atrás e em outras ocasiões trabalhando com outro em “equipes avançadas”, pavimentando o caminho para a chegada do apóstolo (At 17:14; 18:5; 19:22; 20:4). Paulo Amava cada vez mais aquele jovem, como se ele fosse um parente de sangue. Ele o considerava seu “cooperador’’ (Rm 16:21) e “irmão” (2Co 1:1). Mais do que isso, porém, ele o via como um “amado filho” (2Tm 1:2), seu “filho amado e fiel no Senhor” (1Co 4:17) e seu “verdadeiro filho na fé” (1Tm 1:2). Ele podia dizer: “Não tenho ninguém que, como ele, tenha interesse sincero pelo bem-estar de vocês [...] Timóteo foi aprovado porque serviu comigo no trabalho do evangelho como um filho ao lado de seu pai” (Fp 2:20,22).
            Contudo, Timóteo não era Paulo; Paulo era exemplo e mentor para seu filho na fé, mas Timóteo não era espelho dos pontos fortes do apóstolo. Enfrentava dificuldades como o medo e a hesitação, por isso Paulo admoestou seu pupilo tímido: “Pois Deus não nos deu espírito de covardia, ma de poder, de amor e de equilíbrio. Portanto, não se envergonhe de testemunhar do Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro dele, mas suporte comigo os meus sofrimentos pelo evangelho, segundo o poder de Deus” (2Tm 1:7-8). O Apóstolo instruiu aqueles que viriam a ser seus anfitriões: “Se Timóteo for, tomem providências para que ele não tenha nada que temer enquanto estiver com vocês [...]. Portanto, ninguém o despreze” (1Co 16:10-11).
            Timóteo provou que Deus pode usar – e de fato usa – todo tipo de temperamento no ministério. A grande pergunta para casa um de nós é esta: “Quero que Deus me use?”.


Moral da História: Ser eficiente para Deus depende do poder divino, não do temperamento humano.

6 de set de 2013

DA MONTANHA PARA O VALE

Em todos os evangelhos, o apóstolo Pedro demonstra continuamente como deus gosta de usar seres humanos comuns para alcançar objetivos celestiais. Considere apenas algumas de suas estonteantes subidas ao topo da montanha e suas assustadoras descidas ao fundo do vale.
Quando Jesus e os discípulos visitavam a região de Cesareia de Felipe, o mestre perguntou: “quem os outros dizem que o filho do homem é?”. Os discípulos deram várias respostas – nenhuma delas correta. Mas Pedro bradou: “tu és o cristo, o filho do deus vivo”. Jesus elogiou Pedro por seu discernimento e profetizou que a igreja seria fundada exatamente sobre essa confissão de fé (Mt 16:13-19). Topo!
            Durante uma forte tempestade noturna, os discípulos remavam seu barco com dificuldade quando viram Jesus andando sobre a água. Acharam que era um fantasma, mas Cristo acabou com o mal-entendido. Quando Pedro recompôs, pediu permissão para andar sobre a água. Jesus concedeu (Mt 14:22-29). Topo!
            Ma quando Pedro viu as ondas revoltas e ouviu o barulho do vento, teve dúvida e imediatamente começou a afundar (Mt 14:30-32) Vale!
            Jesus levou Pedro, Tiago e João ao cume de uma montanha, onde viram sua glória celestial revelada. Moisés e Elias apareceram junto a Jesus (Mc 9:2-4). Topo!
            Mas Pedro ficou tão deslumbrado diante da maravilhosa exibição que, de forma imprópria, ofereceu-se para construir três tendas (Mc 9:5-6). Vale!
            Na noite em que Jesus foi preso, Pedro, depois de insistir que nunca abandonaria seu Senhor, negou três vezes que o conhecia (Mt 26:31-35,69-75). Vale!
            Entretanto, depois da ressurreição de Jesus, Pedro e o Senhor tiveram um café da manhã de reconciliação, e Jesus deu ao discípulo a oportunidade de reafirmar seu amor por ele três vezes (Jo 21:15-19). Topo!
            No dia de Pentecoste, quando o Espírito Santo desceu, Pedro pregou um sermão poderoso que levou três mil pessoas a Cristo (At 2). Topo!
            Contudo, algum tempo mais tarde, mesmo depois deter sido comissionado por Deus para levar o evangelho aos gentios, Pedro os desprezou em favor de alguns judeus cristãos legalistas, o que lhe rendeu uma dura repreensão do apóstolo Paulo (Gl 2:11-16). Vale!
            Todos nós alcançamos topos e descemos a vales em nossa jornada com Cristo. O truque é não tentar acampar na montanha, nem relaxar no vale, mas continuar seguindo adiante – um passo determinado atrás do outro – “até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” (Ef 4:13).
 

Moral da História: Topos e vales vêm e vão, mas progredir é uma escolha.

15 de ago de 2013

DA OBSCURIDADE PARA A FAMA

   Praticamente ninguém prestou a menor atenção nesse personagem obscuro, cuja história completa é contada em dois versículos pequenos, em 1 Crônicas 4:9-10 – até a publicação de um pequeno livro intitulado A oração de Jabez*, em 2000. O autor Bruce Wilkinson, explicou de que maneira uma oração que Jabez fizera milhares de anos atrás havia revolucionado sua vida de oração e como poderia trazer vitalidade a qualquer um que ousasse levar aquela oração a sério.

   Diante disso, quem foi esse homem da Antiguidade que causou tanto burburinho no mundo moderno? A Bíblia não diz praticamente nada sobre ele. Diz apenas que “Jabez foi o homem mais respeitado de sua família” e relata que sua mãe lhe deu o nome de Jabez porque o nascimento dele lhe provocara muito sofrimento (seu nome tem o som parecido com uma palavra hebraica que significa “agonia” ou “dor”).

Então, aparece em sua oração, um pedido simples que Deus honrou:
          
Ah, abençoa-me e aumenta as minhas terras! Que a tua mão esteja comigo, guardando-me de males e livrando-me de dores.


É isso. É tudo o que sabemos sobre Jabez.

   O livro A oração de Jabez gerou uma enorme quantidade de discussão e argumentação sobre os méritos da oração específica. Contudo, muito além da controvérsia e de qualquer coisa em que alguém possa crer em relação àquele livro, podemos aprender pelo menos três lições com Jabez e sua oração, agora famosa:

·    Com a ajuda de Deus, você pode superar até mesmo um início doloroso e chegar ao topo.
·    Deus nos convida e nos incentiva a orar.
·    Deus deseja  abençoar seus filhos de um jeito que eles não merecem.

   Se usarmos o exemplo de Jabez para nos motivar a orar e, assim, permanecer em contato próximo e pessoal com o gracioso Senhor do Universo, honraremos a memória desse homem um dia obscuro da Bíblia. E, ao fazer isso, descobriremos por nós mesmos a vibração de um relacionamento vivo e dinâmico com Deus.

Moral da História: Deus deseja abençoar seus filhos respondendo a suas orações.

12 de ago de 2013

Para o quê você vive?


"E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou." 

O BEM SEMPRE VENCE NO FINAL?

          Sempre acontecem coisas boas a pessoas boas, e sempre acontecem coisas ruins a pessoas ruins? Ainda que nem todos os eventos da vida sejam “juntos”, pelo menos tudo dá certo no final, não é?
Depende do que você chama de “final”. E um homem bom chamado Abner ilustra esse fato inquietante.
Abner serviu por muitos anos como comandante do exército do rei Saul, seu primo (1Sm 14:50). Ele conquistou uma grande reputação como líder militar leal e competente, dirigindo o exército de Israel em muitas vitórias importantes. Saul confiava em Abner e esperava que ele cumprisse qualquer tarefa que lhe fosse atribuída, deste coletar informações secretas até desenvolver táticas eficientes de batalha (17:55).
No dia em que os filisteus mataram Saul, Abner, de alguma forma, conseguiu escapar com vida(31:1-6). Continuou a demonstrar lealdade ao falecido rei servindo a seu filho Is-Bosete (2Sm 2:8-10). Uma guerra esporádica aconteceu por anos entre Davi e o jovem rei até que, um dia, com relutância, Abner teve de matar o irmão de Joabe, o general de Davi. Daquele dia em diante, Joabe nutriu rancor por seu rival (2Sm 2:18-24).
Com o passar do tempo, “Abner foi se tornando poderoso na família de Saul” (2Sm 3:6), mas uma desavença pessoal com o novo rei o levou a oferecer a Davi a união do reino (3:12). Ele viajou para se encontrar com Davi durante uma ausência de Joabe, e os líderes fizeram um acordo. Contudo, quando Joabe voltou e descobriu que Abner visitaria o rei e recebera permrssão para sair em segurança, o comandante ainda amargurado saiu numa busca furiosa pelo odiado rival. Sob o protexto de estreitar os laços das duas partes em favor da unificação. Joabe assasinou Abner a sangue-frio (3:27,30).
Quando Davi ficou sabendo do assassinato, repudiou fortemente o homicídio e se distanciou tanto de Joabe como de seu címplice e irmão Abisai. O monarca axigiu que o reino unificado de Israel honrasse publicamente aquele herói assassino e declarou durante o funeral oficial: “Não percebem que caiu hoje em Israel um líder, um grande homem?” (3:38)
A morte injusta de Abner ilustra que vivemos num mundo destruído, onde o mal às vezes parece vencer e o erro parece ter a última palavra. Esse assassinato aconteceu apenas alguns anos depois da morte imerecida do dedicado Jônatas, o melhor amigo de Davi, que morreu em batalha ao lado do pai corrupto. Diante disso, pensamos: por que Deus permite a ocorrência de tais atrocidades?
Embora não saibamos a resposta com certeza, devemos nos lembrar de que a justiça divina sempre prevalece no final. Até mesmo no Antigo Testamento, Deus prometeu: “Multidões que dormem no pó da terra acordarão: uns para a vida eterna, outros para a vergonha, para o desprezo eterno” (Dn 12:2)
E isso significa que a história de Abner e Joabe não chegou ao fim.


Moral da História: Embora coisas ruins aconteçam a pessoas boas, a justiça de Deus prevalecerá no final. 

5 de ago de 2013

NÃO HOUVE NINGUÉM COMO ELE

           Seu País dera as costas a Deus durante décadas. Seu avô inventara práticas religiosas degeneradas, depravadas demais até mesmo para os pagãos. Seu pai dera prosseguimento àquilo que o avô fizera e só não desceu mais fundo porque morreu no segundo ano do seu reinado.

Foi nessa atmosfera degradada que o JOVEM Josias ascendeu ao trono de Judá. Não há dúvidas de que os poucos adoradores do Deus vivo restantes esperavam preocupados que o passo seguinte fosse igual aos anteriores. Que horrores esse rei de oito anos de idade tentaria fazer?

Para surpresa de todos, nenhum. Na verdade, Josias contrariou todas as expectativas e foi a ponta de lança de um reavivamento nacional sem precedentes. “Ele fez o que o Senhor aprova e andou nos caminhos de Davi, seu predecessor, sem desviar-se nem para a direita nem para a esquerda” (2Cr 34:2).

No oitavo ano de seu reinado, “ele começou a buscar o Deus de Davi, seu predecessor” (2Cr 34:3). Quatro anos mais tarde, começou a viajar por todo o reino para se livrar das influências pagãs defendidas por seus parentes. Seis anos depois disso, voltou sua atenção para o menosprezado templo de Jerusalém e ordenou que um grupo de assistentes iniciasse o trabalho de restauração.

Assim que aqueles homens começaram a trabalhar, um deles encontrou um rolo antigo. Descobriu que se tratava de uma cópia do Livro da Lei, o conjunto de ordens e instruções divinas concedidas séculos antes por meio de Moisés. Quando um oficial leu o conteúdo para Josias, o JOVEM rei reagiu com surpresa e rasgou suas roupas em desespero, pois sabia que seu povo não cumprira as instruções e insultara o Senhor com ousadia (2Rs 22:1).

Com urgência, Josias instruiu seus subordinados mais próximos a perguntar a Deus sobre o livro. Eles foram de imediato consultar uma profetisa chamada Hulda, que anunciou que o Senhor certamente destruiria Judá e Jerusalém por causa dos longos anos de rebelião do povo – mas que, pelo fato de Josias ter-se humilhado e arrependido, o Senhor não executaria o terrível juízo enquanto ele vivesse (2Rs 22:14-20).

Daquele momento em diante, Josias buscou com zelo ainda maior ter um relacionamento com Deus. Ele liderou uma celebração nacional da Páscoa, um acontecimento como nunca houvera, “desde os dias do profeta Samuel”, quase quinhentos anos no passado (2Cr 35:18). Pelo restante de seu reinado de 31 anos, Josias colocou sua fé plenamente em prática. Cumprir uma observância religiosa específica nunca era demais para Josias; ele se sentia compelido a deixar que a fé moldasse e colorisse tudo o que ele fazia.

“Nem antes nem depois de Josias houve um rei como ele, que se voltasse para o Senhor de todo o coração, de toda a alma e de todas as suas forças, de acordo com toda a Lei de Moisés” (2Rs 23:25).


Moral da História: A fé genuína molda tudo o que um homem piedoso faz.

26 de jul de 2013

HERÓI IMPROVÁVEL

           


            Se você um dia já começou a duvidar que Deus seja paciente com você, então analise a vida de Gideão.

            Durante a juventude de Gideão, a nação pagã de Midiã aterrorizava os israelitas, roubando sua comida e tomando tudo o mais que quisesse. Um dia, ele estava malhando o trigo no fundo de um tanque de prensar uvas para que os midianitas não vissem. Enquanto trabalhava, o anjo do Senhor foi até ele e o saudou com animação: “O Senhor está com você, poderoso guerreiro” (JZ 6:11).

            Gideão deve ter dado risada. “Eu? Guerreiro? Não viu onde estou? Não vê o que estou fazendo? Você não imagina porque aqui embaixo neste buraco, quando a maneira normal de malhar trigo é lá em cima, onde o vento sopra livremente para separar a palha?” As palavras do anjo pareciam gozação para ele. Gideão lembrou o anjo de que era o mais novo de sua família e pertencia ao clã menos importante de meia tribo de Manassés (6:15).

            Contudo, Deus quis comunicar exatamente o que o anjo disse. Ele tinha uma missão para Gideão: “Com a Força que você tem, vá libertar Israel das mãos de Midiã”. E como aquele rapaz realizaria um feito tão improvável? “Eu estarei com você”, respondeu o Senhor, “e  você derrotará todos os midianitas como se fossem um só homem” (6:14,16).

            Deus viu o que Gideão não conseguia enxergar e se propôs a conduzir o rapaz pacientemente, para que ele se transformasse no que jamais havia sonhado que pudesse ser.

            Gideão não se tornou um “poderoso guerreiro” da noite para o dia. Em primeiro lugar, Deus lhe deu uma pequena, mas importante tarefa: destruir o altar da cidade, erguido ao Deus Baal. Ele fez como o Senhor ordenara, mas à noite, para que não fosse visto (6:25-27).

            Depois disso, Gideão estava pronto para a segunda etapa de seu desenvolvimento. Deus o encheu com o seu Espírito e o fez convocar um exército para atacar Midiã (6:33-35). Contudo, Gideão ainda tinha dúvidas. Por duas vezes, ele pediu que o Senhor lhe desse um sinal incomum para provar que, de fato, cumpriria a promessa feita anteriormente. E, por duas vezes, Deus mostrou a Gideão que sua palavra era verdadeira (6:36-40).

            Finalmente, chegou a hora de Gideão e seu exército – 32 mil soldados ao todo – atacarem as forças de Midiã, uma coalizão de 135 mil valentes. Gideão havia testado Deus, mas agora Deus é que viraria a mesa e testaria Gideão. O Senhor instruiu Gideão a enviar a maioria dos soldados para a casa até que os restantes somassem apenas trezentos. Por quê?  “A fim que Israel não se orgulhe contra mim, dizendo que a sua própria força o libertou”, disse o Senhor (7:2).

            Gideão aceitou, e, naquela noite, Deus o transformou no “poderoso guerreiro” que o anjo havia profetizado. Por meio de um dos planos de batalha mais estranhos já concebidos, o Senhor afugentou os midianitas, dando início a cerca de quarenta anos de paz, período que durou pelo restante da longa vida de Gideão (8:28).

            Séculos mais tarde, o apóstolo Paulo escreveu palavras com as quais Gideão certamente concordaria: “Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores,”Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna” (1Tm 1:16)

Moral da História: Nunca duvide da paciência e da sabedoria de Deus.

27 de jun de 2013

O PERIGO DA AUTOPROMOÇÃO


     Confiança em si mesmo pode ser de grande ajuda para o bem. Mas, quando leva à autopromoção desenfreada e ao engrandecimento do ego, ela normalmente causa problemas - e, às vezes, pode até matar. Um homem chamado Corá fez essa descoberta mortal um pouco tarde demais.
Por ser membro da tribo de Levi, Corá tinha a honra de servir ao Senhor no tabernáculo. De acordo com a lei de Deus, apenas os levitas tinham autoridade de ministrar dessas forma. Contudo, Corá teve inveja da posição de Moisés e Arão ao observá-los respectivamente liderando o povo hebreu e servindo como sacerdote. Ao que parece, ele começou a raciocinar mais ou menos assim:
‘‘Sabe de uma coisa? Sou tão talentoso quanto os dois. Talvez até mais! Também tenho o dom de liderança. Deus não me ama menos que a esses homens, e está comigo tanto quanto está com eles. Além do mais, não gosto de como estão liderando e de para onde estão nos levando. Acho que é hora de haver uma mudança, e creio que sou a pessoa indicada para fazê-la acontecer!’’
Assim, Corá conspirou juntamente com mais dois líderes, Datã e Abirão, para desafiar a equipe de liderança que Deus havia designado (Num 16:1). Esses homens convenceram outros 250 líderes da comunidade a se juntar a eles numa tentativa de golpe de Estado. ‘‘Basta!’’, disseram eles a Moisés e a Arão. ‘‘A assembléia toda é santa, cada um deles é santo, e o Senhor está no meio deles. Então, por que vocês se colocam acima da assembléia do Senhor?’’ (16:3).
As palavras cortantes de Corá revelam um homem dotado de uma autoimagem confiante. Mas elas também revelam como esse ego inflado o levou por vários caminhos perigosos:

1. Ele se achava santo; descobriu mais tarde que Deus o considerava ímpio (16:26).
2. Ele achava que estava repreendendo Moisés; descobriu que, na verdade, estava desprezando Deus (16:30).
3. Ele achava que podia se autopromover; descobriu que havia conseguido um rebaixamento permanente (16:32).
4. Ele achava que podia ditar as regras; descobriu que Deus reserva a si mesmo a criação das regras (16:35).
5. Ele achava que podia discernir os pensamentos de Deus sozinho; descobriu que Deus fala com quem ele escolhe (16:20,23).

Deus reagiu à rebelião de Corá abrindo uma fenda na terra abaixo de seus pés e fazendo que ele e os outros conspiradores descessem ‘‘vimos à sepultura, com tudo o que possuíam; a terra fechou-se sobre eles, e pereceram’’ (16:33). Logo depois disso, os 250 líderes da comunidade que haviam se juntado àquela revolta de vida curta perecerem numa labareda de fogo celestial (16:35).
Esse triste incidente nos lembra que Deus despreza atitudes presunçosas e autopropagadoras. A vida é melhor para nós se dermos ouvidos às sábias palavras do apóstolo Pedro: ‘‘Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido’’ (I Pedro 5:6).

Moral da história: Deus honra aqueles que se humilham diante dele.

23 de jun de 2013

FIEL APESAR DAS DIFICULDADES


Se você estivesse do lado de fora, poderia ter julgado a situação de José de maneira completamente diferente. Poderia ter observado a seqüência de dificuldades extremas e pensando: ‘‘Um jovem de boa aparência, vendido como escravo por seus irmãos, jogado numa prisão por conta de uma acusação ordinária e esquecido por anos por um homem que prometeu ajudá-lo? Para mim, isso se parece mais com um julgamento de Deus’’.

A história de José refuta a teoria de que apenas coisas boas acontecem a bons rapazes. Mas a vida dele também confirma que ‘‘Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam ajudá-los’’. (Hb 6:10). José era o favorito dentre os doze filhos de Jacó. Jacó até mesmo lhe deu uma vestimenta cara que o diferenciava dos irmãos (Gn 37:3). Quando adolescente, ele tolamente contou a sua família os dois sonhos que pareciam colocá-lo numa posição superior a todos - até mesmo a seus pais (Gn 37:1-11). Em pouco tempo, o ciúme de seus irmãos se transformou em ódio. Os irmãos de José o prenderam e o venderam a mercadores de escravos (37:28). Um egípicio rico chamado Potifar o colocou como responsável por seus bens (Gn 39:1-6). José recusou os avanços sexuais da esposa de Potifar e, por isso, ela o acusou de tentar violentá-la. Furioso, Potifar jogou José na prisão (39:7-20). Durante o tempo que passou ali, alcançou o favor do carcereiro e foi bem-sucedido em interpretar os sonhos de dois funcionários do faraó que estavam encarcerados, predizendo corretamente que um seria executado e o outro, liberto (40:1-22). Este prometeu que ajudaria José assim que fosse solto, uma promessa da qual ele rapidamente se esqueceu (40:23). Apenas dois anos depois, quando o próprio faraó teve um sonho perturbador, é que o homem se lembrou de José. Finalmente, José conseguiu ser liberto da prisão ao interpretar corretamente para o rei o significado do sonho que tivera (41:1-36). José disse ao faraó que aquele sonho antevia uma fome de sete anos que dizimaria o reino, a não ser que colheitas adicionais fossem estocadas com antecedência. O rei ficou tão impressionado com José que o encarregou do programa de armazenamento de colheita, fazendo dele o segundo homem no comando de todo o reino (41:39-57). Durante a fome, os irmãos distantes de José vieram ao Egito em busca de comida para suas famílias famintas. Eles não reconheceram José, mas este os reconheceu! Depois de uma série de encontros angustiantes, José finalmente revelou sua identidade. Com o segredo revelado, os irmãos logo temeram pela vida, pensando que José pudesse usar seu enorme poder para se vingar. Mas José sabia que, a despeito das dificuldades, Deus estivera com ele. Ele permanecera fiel ao Senhor, e pôde dizer aos irmãos trêmulos: ‘‘Não tenham medo. Estaria eu no lugar de Deus? Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que fosse preservada a vida de muitos’’. (Gn 50:19-20)

Moral da história: Deus pode não blindá-lo contra as dificuldades, mas vai usá-lo através delas, se você permitir.


14 de jun de 2013

VIVER PELA FÉ



Nenhum outro nome do Antigo Testamento brilha mais intensamente do que o de Abraão. O apóstolo Paulo se referiu ao patriarca como ‘‘o pai de todos os que crêem’’ (Rm 4:11). Centenas de anos após sua morte, os líderes de adoração levitas o saudaram dizendo que ‘‘o coração dele era fiel’’ (Ne 9:8). O próprio Deus o chamou de ‘‘Abraão, meu amigo’’ (Is 41:8).

Quem foi esse homem que voluntariamente deixou uma vida confortável para reivindicar uma terra estranha? E por que Deus prometeu abençoar o mundo inteiro por meio dele?
Abraão cresceu na Mesopotâmia pagã. Durante os primeiros anos de sua vida adulta, seu pai, Terá, levou Abraão (ainda chamado Abrão) e sua jovem noiva, Sarai, para o oeste, rumo a Canaã. Contudo, não passaram de uma cidade chamada Harã, e se estabeleceram ali, às margens de um afluente do rio Eufrates.
Muitos anos depois, Deus chamou Abraão, na época com 75 anos de idade: ‘‘Saia da tua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei’’ (Gn 12:1). Abraão se levantou imediatamente e saiu, ‘‘embora não soubesse para onde estava indo’’ (Hb 11:8). Porque Abraão confiou em Deus e obedeceu, o Senhor lhe fez uma promessa que continua a abençoar e a moldar o mundo hoje:
‘‘Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos da terra serão abençoados’’ (Gênesis 12:2-3).
A despeito da incapacidade de sua esposa de gerar filhos (Gn 11:30), Deus prometeu a Abraão que seus descendentes se tornariam tão numerosos quanto as estrelas do céu noturno - e o patriarca ‘‘creu no Senhor, e por isso lhe foi creditado como justiça’’ (Gn 15:6). Dessa maneira, ele se tornou o principal exemplo bíblico de um homem que depositou todo seu futuro nas promessas do Senhor. Nas palavras do apóstolo Paulo, Abraão estava ‘‘plenamente convencido de que ele (Deus) era poderoso para cumprir o que havia prometido’’ (Rm 4:21).
Isto o tornou perfeito? A grande fé que Abraão possuía evitou que ele desse um único passo fora da vontade de Deus? Longe disso. A Bíblia nos fala de maneira direta, por exemplo, que o medo que ele sentiu de um governador poderoso e levou a mentir sobre a verdadeira relação que tinha com sua esposa - não apenas uma vez, mas duas (Gn 12:10-20; 20:1-18).
Abraão e sua esposa também passaram por dificuldades quando Deus parecia se demorar em cumprir sua promessa. Passados dez anos sem que tivessem um filho, ambos concordaram em ‘‘dar uma mãozinha para Deus’’, usando uma mãe substituta chamada Hagar. Nove meses depois, Hagar deu à luz Ismael, o primogênito de Abraão - mas não era intenção do Senhor cumprir sua promessa dessa maneira (Gn 16:1-16). Somente depois de catorze anos é que ele capacitou Sara a ter um filho, Isaque, e, assim, finalmente nasceu o filho prometido de um homem que ‘‘reconheceu que o seu corpo já estava sem vitalidade’’ (Rm 4:19).
Talvez mais do que qualquer outro personagem do Antigo Testamento, Abraão nos mostra como deve ser uma vida de fé. Quando vivemos pela fé, somos ‘‘abençoados junto com Abraão, homem
 de fé’’ (Gl 3:9)

Moral da história: Fé significa crer nas promessas de Deus - e agir de acordo com elas.

9 de jun de 2013

Ser pastor – um chamado à perseverança!



“Na presença de Deus e de Cristo Jesus, (...) ordeno a você, com toda a firmeza o seguinte: por causa da vinda de Cristo e do seu Reino, pregue a mensagem e insista em anunciá-la, seja no tempo certo ou não. Procure convencer, repreenda anime e ensine com toda a paciência.” ( II Tim.4:2,)

Parabenizamos nossos pastores em exercício e aos que estão em processo de formação para o ministério. Apropriamo-nos do texto extraído da carta pastoral de Paulo à Timóteo para encorajá-los a perseverar na fé e na obediência ao chamado.
            Em primeiro lugar, é preciso ter a consciência do chamado e do propósito da missão. Ter a convicção de que a voz que o convocou foi a voz firme e amorosa de Deus, ser motivado por este amor e pela clareza da relevância da missão impulsiona a prosseguir no cumprimento do chamado. Isto será um grande diferencial frente aos desafios, adversidades e enfrentamentos.
·          Prega a Palavra, insiste, fique firme – Em todo o tempo pregue a Palavra. Ainda que haja resistência da parte de alguns, não se limite a falar o que as pessoas querem ouvir, apresente a verdade de Deus!  A Palavra de Deus é a única que tem o poder de gerar vidas transformadas!
·         Admoesta, Aconselhe, corrija – Não perca a oportunidade de conduzir o homem ao arrependimento de seus erros, confronte-o com amor e com firmeza. Esta atitude exigirá de você coragem e dedicação. Em algumas situações poderá até sofrer rejeição, entretanto, é assim que poderá  salvar vidas!
·         Exorte, anime, encoraje, console – O pastoreio, o cuidado, o acolhimento é a maior expressão de amor que precisa alcançar os abatidos e feridos pelas adversidades da vida. É algo que exigirá de você desprendimento, sensibilidade, empatia, compaixão. Contudo, é o caminho que conduzirá o ferido a cura, a restauração, a vida!
·         Ensine com toda a paciência – Não desista daqueles que demonstram dificuldades em assimilar o que está sendo ensinado. – Cada um tem seu ritmo próprio para aprender, importante entender que no ritmo próprio todos têm capacidade de aprender. O ensino contínuo promove mudanças. Persevere!

Agradecemos a Deus pela vida de nossos pastores, reconhecendo o quanto são valiosos para nossa edificação. Pela dedicação ao ensino e pregação da Palavra, pela correção, pela consolação na Palavra, o nosso muito obrigado! Deus os abençoe e continue fazendo prosperar o trabalho de vossas mãos!



                                                           Igreja Batista Central em B.Roxo

24 de mai de 2013

VIVENDO UM NOVO TEMPO - IBCBR - FAMÍLIA - MISSÕES


Nossa igreja vive neste domingo 26 de maio, três motivos especiais de gratidão ao Senhor e que enchem de alegria cada um dos amados irmãos que congregam neste belo rebanho. São os seguintes motivos: Último domingo do mês da família no qual fomos abençoadíssimos por Deus com mensagens, estudos e palestras sobre os nossos relacionamentos em família; encerramento da campanha de Missões Mundiais com o alvo ultrapassado, para a glória de Deus e o culto do 13º Impacto Radical, um projeto missionário que tem sido ferramenta do Senhor para ‘‘mexer’’ com nossa igreja, aumentando nosso amor por missões. Família e missões, tudo a ver, pelas seguintes razões:

A família cristã pode ser o sustentáculo de um mundo sem Deus . Nossa sociedade se tornou materialista a tal ponto que repete, em nossos dias, os interesses terrenais dos tempos de Noé em que: ‘‘Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento’’, despreocupados da vida até que o Dilúvio os consumiu (Lc 17:27); o mesmo ocorrendo nos tempos de Ló, quando o enxofre os destruiu (Lc 17:28,29). Pela fé, vivendo em santidade e piedade, podemos servir de referencial e sustentáculo neste mundo até o dia em que aprouver a Deus nos chamar.

A família cristã pode ser um celeiro de missões. A obra missionária começa no lar. Lares que hospedam pastores, missionários, evangelistas, repassam para as crianças as alegrias e venturas da vida abençoada pela obra. Despertam e aguçam o interesse por missões e, conseqüentemente, tornam-se celeiros de onde sairão os novos missionários. Que bênção!

A família cristã pode ajudar a minorar a dor do mundo. É na família que ensinamos que a vida não é algo que nos advém de forma mágica. Existir e subsistir são frutos de dedicação e trabalho. Cada coisa deve ser valorizada no tamanho e na dimensão certa. A criança precisa descobrir quanto custa cada objeto e valorizar a mordomia cristã. Assim ela também aprenderá que ‘‘amar ao próximo’’ é mais factível do que se possa imaginar (Mt 5: 43,44). Quando somos solidários e nos apresentamos a Deus para servir, podemos abençoar outras vidas que dependem dessa demonstração de carinho e amor do povo de Deus.

A família cristã pode representar o fiel da balança num mundo perdido. O ceticismo impera em muitos corações que perderam o referencial de vida. Desacreditados e desesperançados com os políticos e líderes, muitos cristãos ainda têm a chance de encontrar, na igreja de Cristo, um baluarte da fé. Não podemos decepcionar. Ser fiel (Ap 2:10) é o desafio da família cristã e, dessa forma, contribuir positivamente para a construção de uma sociedade melhor.

21 de mai de 2013

O Poder da Graça - o filme



Assista este filme nesta  Quarta do Avivamento, 
na Igreja Batista Central em Belford Roxo 
 Dia 22/05 - Horário 19:30h. 
Convide amigos e parentes. 
Traga sua família!

5 de abr de 2013

Libertos para servir



‘‘Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade, mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor’’. (Gálatas 5:13)

Iniciamos o segundo trimestre do ano com o sugestivo tema acima, a ser estudado na Escola Bíblica Discipuladora, com base nos ensinos do apóstolo Paulo em sua carta às igrejas da Galacia. A minha primeira recomendação é que façamos no início deste período, uma leitura completa desta carta, para em seguida, a medida que passam as semanas, nos debrucemos sobre cada parte detalhada pelo escritor de nossa revista Palavra e Vida, para que tenhamos oportunidades de reflexões mais profundas sobre os preciosos ensinos do apóstolo, os quais precisamos tomar como parâmetros para nossa vida e nosso relacionamento com Deus.
Considero como síntese deste documento, o texto acima, que nos convida pensar em liberdade com responsabilidade. Neste tempo em que as pessoas entendem (ou preferem entender) que liberdade é dar lugar aos instintos carnais, o autor nos adverte a ter cuidado e fugir desta pseudo liberdade que leva ao libertinismo. A carta não somente adverte contra o legalismo assim como chama atenção dos crentes cuja tendência era um frouxo comportamento em relação aos requisitos morais e éticos que apontam os ensinos de Cristo e dos apóstolos. Penso que o momento que estamos vivendo requer termos cuidado, ou melhor, estejamos muito mais atentos, pois muita coisa está sendo feita em nome do Evangelho mas que na verdade não traduz aquele genuinamente ensinado nas Escrituras.
‘‘Servir uns aos outros’’ é também um grande desafio que faz parte de um contexto hodierno em que as pessoas estão preocupadas mais em serem servidas, visto que, servir requer renuncia de interesses particulares, dedicação, empatia, trabalho, cuidado, carinho, disposição, paciência e demais características do fruto do Espírito e na grande maioria estas coisas não fazem parte de nossas preocupações.
É urgente fazermos uma avaliação de nossa vida e estes estudos nos ajudarão nestas reflexões. Assim sendo, aproveite o material que você recebeu e com a Bíblia na mão e assiduidade na presença a sua classe de EBD, tenha um trimestre ricamente abençoado.

Um abraço do seu pastor e amigo
Geovani Colares

22 de mar de 2013



Atenção queridos professores!


Não esqueçam que temos um encontro marcado no próximo domingo (dia 24/03/13) as 17h. Aguardamos vocês com grandes expectativas e cheias de sonhos para este ano. Sua presença é importantíssima para compartilharmos os sonhos que acalentamos em nossos corações. Contamos com sua presença para esta troca!

8 de mar de 2013

Atenção! É no próximo final de semana.Corra e faça sua inscrição. Últimas vagas!



Segue a programação que será a seguinte:

Sexta - 19h as 22h
Sábado - 9h as 18:30h
Domingo - 8h as 12h.
A aula prática inicia 1:30h antes de começar o culto da noite e termina 1h depois do final do culto.

Os interessados podem preencher a ficha de inscrição e mandar por e-mail confirmando sua presença para garantir o seu material, mas pode efetuar o pagamento no dia do treinamento (15/03 as 19h).

Qualquer dúvida é só entrar em contato pelos telefones ou e-mail.

Telefones:   2761-1318
                    2661-0364
                    2662-4679

E-mail: ibcbr2013@hotmail.com

4 de fev de 2013

A VIDA NO ALTAR


“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
 (Romanos 12:1-2)

            No Antigo Testamento, o povo de Deus oferecia sacrifício sobre um altar. Esses sacrifícios tinham o propósito de agradecer a Deus e também de pedir perdão pelos pecados. O altar também era usado como marco de algo extraordinário que Deus fez em favor do seu povo.
            No Novo Testamento, não há mais necessidade de se oferecer sacrifício no altar, porque Jesus Cristo já fez o sacrifício final, o único que agradou e satisfez a justiça de Deus. Assim como Cristo se entregou no altar, para cumprir a vontade de Deus, nós também devemos seguir os seus passos, entregando nossas vidas no altar de Deus.
            Paulo está dizendo que devemos oferecer nossas vidas em sacrifício a Deus. A diferença em relação aos sacrifícios do Antigo Testamento é que aqueles sacrifícios eram mortos no altar, e a Bíblia nos está exortando a oferecermos um sacrifício vivo. O que aprendemos aqui é que a nossa vida toda deve estar no altar, mas não morta e sim bem viva, com a vida de Cristo em nós para serviço de Deus. Ele conta comigo e com você e espera que seus filhos façam a Sua vontade.
            Quando você coloca a vida no altar, começa experimentar o descanso de uma vida entregue nas mãos de Deus. Não somente isto, mas verá a mão de Deus sobre a sua vida, e ficará surpreso em ver Deus usando você para abençoar a outras vidas. Faça agora mesmo uma entrega total de tudo que você é, e tudo que você tem, no altar de Deus.