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16 de dez de 2012

O HOMEM QUE DEUS ESCOLHEU


      Que tipo de homem Deus escolheria para criar seu único Filho, Jesus Cristo, o Salvador do mundo? Será que o homem precisaria exercer grande influencia? Amealhar enorme poder político? Acumular riquezas incontáveis? Não, não e não. Os requisitos de Deus se resumiram a estes dois itens:
  •  Precisava ser um descendente direto de Davi (2 Sm 7:16).
  •  Precisava seguir ordens.
    José, um carpinteiro judeu, atendia às duas exigências. Sua linhagem chegava até o ancestral famoso, o rei Davi (Mt 1:1-16; Lc 1:27), e ele tinha o hábito de obedecer a Deus em todas as questões, grandes ou  pequenas. As Escrituras não falam muita coisa sobre José. Ele entra em cena abruptamente, no início da história do evangelho. Descobrimos que ele foi ‘‘um homem justo’’ (Mt 1:19) e que exercia o ofício de carpinteiro (Mt 13:55). Planejava se casar com uma jovem chamada Maria. Mas quando descobriu que ela carregava o filho de outra pessoa, decidiu romper o compromisso sem estardalhaço. Como José ficou sabendo da gravidez? Sua noiva lhe disse diretamente? Ou será que ele ouviu a notícia chocante por meio de amigos e familiares? Será que ele pensou algo como ‘‘bem, se Deus pôde enviar um anjo a ela para lhe contar, ele bem que podia mandar um para falar comigo’’? Seja qual for o caso, José decidiu se distanciar de Maria. Então aconteceu um segundo choque: Deus realmente permitiu que ele fizesse parte do segredo divino. Um anjo lhe apareceu num sonho e disse: ‘‘José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados’’ (Mt 1:20-22).
     O anjo não deu nenhuma explicação. Não apresentou justificativas, não deu instruções adicionais, nem fez declarações de qualquer tipo - ainda assim, José apressou-se em cumprir a ordem de Deus.  Levou Maria imediatamente para casa, a fim de ser sua esposa e deu ao menino o nome de Jesus assim que ele nasceu. Em pelo menos três outras ocasiões, José recebeu instruções de um anjo em sonhos e, em todas elas, obedeceu de imediato (Mt 2:13-15, 19-21,22-23). Os leitores de hoje podem pensar: ‘‘Olha, se
eu recebesse uma mensagem de um anjo, eu também daria ouvidos’’. Será? Nem todas as pessoas citadas na Bíblia agiram assim. O poderoso rei Nabucodonosor da Babilônia ignorou o sonho que Deus lhe dera (Dn 4) - e terminou tomando café da manhã com o gado. O governador romano dos dias de Jesus, Pôncio Pilatos, ignorou que o Senhor enviara a sua esposa (Mt 27:19) - e terminou condenando à morte o homem que Deus enviara para trazer vida. José, porém, se apressava em fazer o que Deus pedia, tanto nas coisas ‘‘pequenas’’ (Lc 2:39,41) como nas ‘‘grandes’’. Este é o tipo de homem que Deus procurava para balançar o berço de seu Filho. E ainda é o tipo de homem que ele busca para balançar o mundo.

MORAL DA HISTÓRIA: Deus procura homens ávidos por fazer sua vontade.

(Texto extraído da Bíblia de Estudo Desafios de Todo Homem)

7 de dez de 2012

2º DOMINGO DE DEZEMBRO: DIA DA BÍBLIA


"Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra 
e luz para os meus caminhos" 

Salmos 119:105

MANTENDO A SABEDORIA RENOVADA


        
       A essência da vida não é uma panacéia para todos os problemas que você enfrenta, mas uma coisa é certa: negligenciar a leitura diária da Palavra de Deus contribuirá para que você tenha mais problemas, e isso mais rapidamente do que você possa imaginar. Passar um tempo sozinho e sem pressa com Deus e sua Palavra libera uma fonte de refrigério do íntimo do seu ser.
A Bíblia diz que Salomão foi o homem mais sábio que já viveu. Quando você lê o relato de seus primeiros anos no trono vê exemplo após exemplo de quanto à sabedoria divina enriqueceu a sua vida e a sua nação. Você ouve sua oração por sabedoria - não por ouro ou fama ou poder político - e fica admirado. Você considera a eficiente organização do seu governo, seus extensos estudos em botânica e zoologia, e consegue entender por que a Bíblia diz “Deus deu a Salomão sabedoria, discernimento extraordinário e uma abrangência de conhecimento tão imensurável quanto a areia do mar.” (I Reis 4:29) E, apesar disso - se você conhece a história completa de Salomão -, sabe que ele se envolveu em um fracasso monumental. Por quê? Como isso foi acontecer? Como ele pôde ser a pessoa mais sábia de todos os tempos e ao mesmo tempo ter vivido um dos maiores fracassos da Bíblia?
Aparentemente, Salomão esqueceu qual era a fonte de sua sabedoria. Em algum ponto do caminho, Salomão deixou de buscar as profundezas de Deus e começou a depender de si mesmo. O homem que definiu a sabedoria para múltiplas gerações se tornou um insensato. Em sua assombrosa estupidez, lançou as sementes para uma desastrosa guerra civil que desembocou na ruína de todo o seu povo.
Isso nunca deveria ter acontecido. O declínio de Salomão começou assim que ele abandonou suas caminhadas diárias com Deus – uma lição que ele mesmo havia registrado em sua juventude: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria...” (Pv.9:10; Sl.111:10; Pv.1:7) O que acontece quando alguém esquece ou rejeita o princípio da sabedoria? Todo o resto de sua vida entra em colapso, como um castelo de cartas diante de forte tempestade. Salomão tornou-se incapaz de ser ensinado.“Melhor é um jovem pobre e sábio, do que um rei idoso e tolo, que já não aceita repreensão.” (Ec.4:13) Salomão deve ser o exemplo extremo de que não importa quão inteligente você é, quanto você sabe ou quantos títulos precedem o seu nome. Se você ignorar os conselhos de Deus, terá problemas. 
    O segredo de crescer em sabedoria divina, de manter essa sabedoria renovada é aproximar-se de Deus continuamente, na condição de um completo ignorante. Diga a ele que você não sabe nada. Diga que você precisa e quer aprender; faça isso com humildade de espírito, determinação e fé. Deus está sempre pronto a cumprir o que diz, e foi Ele mesmo quem disse: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você.” (Salmos 32:8)

                    (Extraído e adaptado do livro: Mentores segundo o coração de Deus)

3 de dez de 2012

Vida frutífera



Como podemos nos tornar espiritualmente saudáveis? Jesus nos diz: ‘‘Eu sou a videira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo, mesmo estando em mim, que não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda. Vocês já estão limpos, pela palavra que lhes tenho falado. Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecer em mim. Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma’’. (João 15:1-5)
Na época de Cristo, todo mundo sabia o que era necessário para produzir a melhor colheita de uvas. As pessoas viviam cercadas de vinhedos, de modo que a audiência original de Jesus sabia exatamente o que ele estava descrevendo. Mas talvez não entendamos isso muito bem. Por isso, vamos examinar o texto com maior profundidade.
Primeiramente, Jesus diz: ‘‘Eu sou a videira’’. Numa vinha, a videira é a fonte de energia, a parte que fornece nutrientes e produz as uvas. Depois da videira, Jesus descreve os ramos, ou seja, nós. Se estiver conectado a videira verdadeira, você é um ramo. Por mais que a idéia não pareça do nosso agrado, os ramos não conseguem produzir frutos sozinhos. Fomos criados para estar conectados a uma fonte de energia maior. Os ramos dão fruto, mas sem a videira não podem produzi-los. Perceba o que Jesus diz aos ramos: ‘‘Permaneçam em mim’’. Permanecer significa simplesmente estar conectado. Se seu desejo é ter saúde espiritual, então você precisa estar conectado a Cristo, a videira. Esse é nosso dever. É tudo o que precisamos fazer! Se você quer reduzir estresse, tanto neste mês quanto daqui para frente, entenda que seu papel na vida é estar conectado à videira.
Às vezes, esqueço meu papel e tento ser a videira. Invento um plano, um cronograma, uma lista de objetivos e faço um planejamento. Então, tento realizar meu projeto e fazer com que tudo aconteça de acordo com o cronograma que estabeleci. No fim das contas, fico tão estressado que perco toda a minha energia. Fico frustrado, exausto e sem nada para mostrar como resultado de meus esforços. Esqueço que, por si só, o ramo não pode produzir vida; ele só pode extrair vida da videira. Por mais estranho que isso possa parecer, não depende de você produzir resultados. Você não é responsável por produzir frutos; Jesus é. Você não precisa suar, esforçar-se, trabalhar cada vez mais ou disciplinar-se para ser mais espiritual por meio da simples força de vontade. Quando você se der conta dessa verdade, ela lhe trará uma liberdade incrível!

(Texto extraído do livro: Um mês para viver)