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16 de dez de 2012

O HOMEM QUE DEUS ESCOLHEU


      Que tipo de homem Deus escolheria para criar seu único Filho, Jesus Cristo, o Salvador do mundo? Será que o homem precisaria exercer grande influencia? Amealhar enorme poder político? Acumular riquezas incontáveis? Não, não e não. Os requisitos de Deus se resumiram a estes dois itens:
  •  Precisava ser um descendente direto de Davi (2 Sm 7:16).
  •  Precisava seguir ordens.
    José, um carpinteiro judeu, atendia às duas exigências. Sua linhagem chegava até o ancestral famoso, o rei Davi (Mt 1:1-16; Lc 1:27), e ele tinha o hábito de obedecer a Deus em todas as questões, grandes ou  pequenas. As Escrituras não falam muita coisa sobre José. Ele entra em cena abruptamente, no início da história do evangelho. Descobrimos que ele foi ‘‘um homem justo’’ (Mt 1:19) e que exercia o ofício de carpinteiro (Mt 13:55). Planejava se casar com uma jovem chamada Maria. Mas quando descobriu que ela carregava o filho de outra pessoa, decidiu romper o compromisso sem estardalhaço. Como José ficou sabendo da gravidez? Sua noiva lhe disse diretamente? Ou será que ele ouviu a notícia chocante por meio de amigos e familiares? Será que ele pensou algo como ‘‘bem, se Deus pôde enviar um anjo a ela para lhe contar, ele bem que podia mandar um para falar comigo’’? Seja qual for o caso, José decidiu se distanciar de Maria. Então aconteceu um segundo choque: Deus realmente permitiu que ele fizesse parte do segredo divino. Um anjo lhe apareceu num sonho e disse: ‘‘José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados’’ (Mt 1:20-22).
     O anjo não deu nenhuma explicação. Não apresentou justificativas, não deu instruções adicionais, nem fez declarações de qualquer tipo - ainda assim, José apressou-se em cumprir a ordem de Deus.  Levou Maria imediatamente para casa, a fim de ser sua esposa e deu ao menino o nome de Jesus assim que ele nasceu. Em pelo menos três outras ocasiões, José recebeu instruções de um anjo em sonhos e, em todas elas, obedeceu de imediato (Mt 2:13-15, 19-21,22-23). Os leitores de hoje podem pensar: ‘‘Olha, se
eu recebesse uma mensagem de um anjo, eu também daria ouvidos’’. Será? Nem todas as pessoas citadas na Bíblia agiram assim. O poderoso rei Nabucodonosor da Babilônia ignorou o sonho que Deus lhe dera (Dn 4) - e terminou tomando café da manhã com o gado. O governador romano dos dias de Jesus, Pôncio Pilatos, ignorou que o Senhor enviara a sua esposa (Mt 27:19) - e terminou condenando à morte o homem que Deus enviara para trazer vida. José, porém, se apressava em fazer o que Deus pedia, tanto nas coisas ‘‘pequenas’’ (Lc 2:39,41) como nas ‘‘grandes’’. Este é o tipo de homem que Deus procurava para balançar o berço de seu Filho. E ainda é o tipo de homem que ele busca para balançar o mundo.

MORAL DA HISTÓRIA: Deus procura homens ávidos por fazer sua vontade.

(Texto extraído da Bíblia de Estudo Desafios de Todo Homem)

7 de dez de 2012

2º DOMINGO DE DEZEMBRO: DIA DA BÍBLIA


"Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra 
e luz para os meus caminhos" 

Salmos 119:105

MANTENDO A SABEDORIA RENOVADA


        
       A essência da vida não é uma panacéia para todos os problemas que você enfrenta, mas uma coisa é certa: negligenciar a leitura diária da Palavra de Deus contribuirá para que você tenha mais problemas, e isso mais rapidamente do que você possa imaginar. Passar um tempo sozinho e sem pressa com Deus e sua Palavra libera uma fonte de refrigério do íntimo do seu ser.
A Bíblia diz que Salomão foi o homem mais sábio que já viveu. Quando você lê o relato de seus primeiros anos no trono vê exemplo após exemplo de quanto à sabedoria divina enriqueceu a sua vida e a sua nação. Você ouve sua oração por sabedoria - não por ouro ou fama ou poder político - e fica admirado. Você considera a eficiente organização do seu governo, seus extensos estudos em botânica e zoologia, e consegue entender por que a Bíblia diz “Deus deu a Salomão sabedoria, discernimento extraordinário e uma abrangência de conhecimento tão imensurável quanto a areia do mar.” (I Reis 4:29) E, apesar disso - se você conhece a história completa de Salomão -, sabe que ele se envolveu em um fracasso monumental. Por quê? Como isso foi acontecer? Como ele pôde ser a pessoa mais sábia de todos os tempos e ao mesmo tempo ter vivido um dos maiores fracassos da Bíblia?
Aparentemente, Salomão esqueceu qual era a fonte de sua sabedoria. Em algum ponto do caminho, Salomão deixou de buscar as profundezas de Deus e começou a depender de si mesmo. O homem que definiu a sabedoria para múltiplas gerações se tornou um insensato. Em sua assombrosa estupidez, lançou as sementes para uma desastrosa guerra civil que desembocou na ruína de todo o seu povo.
Isso nunca deveria ter acontecido. O declínio de Salomão começou assim que ele abandonou suas caminhadas diárias com Deus – uma lição que ele mesmo havia registrado em sua juventude: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria...” (Pv.9:10; Sl.111:10; Pv.1:7) O que acontece quando alguém esquece ou rejeita o princípio da sabedoria? Todo o resto de sua vida entra em colapso, como um castelo de cartas diante de forte tempestade. Salomão tornou-se incapaz de ser ensinado.“Melhor é um jovem pobre e sábio, do que um rei idoso e tolo, que já não aceita repreensão.” (Ec.4:13) Salomão deve ser o exemplo extremo de que não importa quão inteligente você é, quanto você sabe ou quantos títulos precedem o seu nome. Se você ignorar os conselhos de Deus, terá problemas. 
    O segredo de crescer em sabedoria divina, de manter essa sabedoria renovada é aproximar-se de Deus continuamente, na condição de um completo ignorante. Diga a ele que você não sabe nada. Diga que você precisa e quer aprender; faça isso com humildade de espírito, determinação e fé. Deus está sempre pronto a cumprir o que diz, e foi Ele mesmo quem disse: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você.” (Salmos 32:8)

                    (Extraído e adaptado do livro: Mentores segundo o coração de Deus)

3 de dez de 2012

Vida frutífera



Como podemos nos tornar espiritualmente saudáveis? Jesus nos diz: ‘‘Eu sou a videira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo, mesmo estando em mim, que não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda. Vocês já estão limpos, pela palavra que lhes tenho falado. Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecer em mim. Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma’’. (João 15:1-5)
Na época de Cristo, todo mundo sabia o que era necessário para produzir a melhor colheita de uvas. As pessoas viviam cercadas de vinhedos, de modo que a audiência original de Jesus sabia exatamente o que ele estava descrevendo. Mas talvez não entendamos isso muito bem. Por isso, vamos examinar o texto com maior profundidade.
Primeiramente, Jesus diz: ‘‘Eu sou a videira’’. Numa vinha, a videira é a fonte de energia, a parte que fornece nutrientes e produz as uvas. Depois da videira, Jesus descreve os ramos, ou seja, nós. Se estiver conectado a videira verdadeira, você é um ramo. Por mais que a idéia não pareça do nosso agrado, os ramos não conseguem produzir frutos sozinhos. Fomos criados para estar conectados a uma fonte de energia maior. Os ramos dão fruto, mas sem a videira não podem produzi-los. Perceba o que Jesus diz aos ramos: ‘‘Permaneçam em mim’’. Permanecer significa simplesmente estar conectado. Se seu desejo é ter saúde espiritual, então você precisa estar conectado a Cristo, a videira. Esse é nosso dever. É tudo o que precisamos fazer! Se você quer reduzir estresse, tanto neste mês quanto daqui para frente, entenda que seu papel na vida é estar conectado à videira.
Às vezes, esqueço meu papel e tento ser a videira. Invento um plano, um cronograma, uma lista de objetivos e faço um planejamento. Então, tento realizar meu projeto e fazer com que tudo aconteça de acordo com o cronograma que estabeleci. No fim das contas, fico tão estressado que perco toda a minha energia. Fico frustrado, exausto e sem nada para mostrar como resultado de meus esforços. Esqueço que, por si só, o ramo não pode produzir vida; ele só pode extrair vida da videira. Por mais estranho que isso possa parecer, não depende de você produzir resultados. Você não é responsável por produzir frutos; Jesus é. Você não precisa suar, esforçar-se, trabalhar cada vez mais ou disciplinar-se para ser mais espiritual por meio da simples força de vontade. Quando você se der conta dessa verdade, ela lhe trará uma liberdade incrível!

(Texto extraído do livro: Um mês para viver)

23 de nov de 2012

Abrigo na tempestade


    Ao enfrentar terremotos inesperados, nunca se esqueça de que você tem um abrigo. Você pode correr para uma fonte de paz que ultrapassa a compreensão. Deus diz: ‘‘Clame a mim no dia da angustia; eu o livrarei’’ (Sl 50:15). Deus deseja que nos voltemos para ele em primeiro lugar quando os problemas surgirem. Nós, porém, tentamos primeiro resolver tudo e, então, quando a vida começa a desmoronar e nossos recursos se esgotam, acabamos voltando-nos para Deus e dizemos: ‘‘Bem, acho que não há mais nada a fazer senão orar!’’.
Essa fórmula, contudo, deve ser invertida: a oração tem de ser a primeira reação, não o último recurso. Deus diz: ‘‘Volte-se para mim em primeiro lugar, ore sobre isso, porque estou bem aqui a seu lado’’. Como é possível saber se Deus é realmente o núcleo de sua vida? Resposta: você para de se preocupar! Sempre que você se preocupa, é sinal de que Deus foi tirado do primeiro lugar e outra coisa o substituiu como centro de sua vida. Sempre que você coloca Deus em primeiro lugar em determinada área, você deixa de se preocupar com ela. Se Deus não for o primeiro em seu casamento, você se preocupará com o relacionamento. Se não for o primeiro nas finanças, você se afligirá com a conta bancária. Se Deus não for o primeiro nos negócios, você não conseguirá dormir a noite. Sempre que começamos a nos preocupar, perdemos nosso abrigo e ficamos expostos aos elementos que podem abalar nossa fé.
Enquanto seu coração bater, você terá problemas. Mas posso assegurar: Jesus Cristo caminhará lado a lado com você e jamais o desapontará. Veja o que Devi disse: ‘‘Se Deus não estivesse comigo, eu jamais teria conseguido. No minuto em que eu disse ‘estou caindo, estou escorregando’, o seu amor, Deus, me segurou rapidamente. Quando estava triste e desanimado comigo mesmo, o Senhor me acalmou e me alegrou’’. (Sl. 94:17-19)
Você pode estar no meio do maior terremoto de sua vida neste exato momento, sendo abalado até o alicerce. Você sabe que não provocou essa situação, e está pensando por que Deus permitiu que isso acontecesse. Talvez você nunca descubra a resposta enquanto estiver deste lado da realidade. Mas se amar e conhecer a Deus, se entregou seu coração a seu Filho, ele o segurará em seus braços e nunca o 
deixará sair.

(Texto extraído do livro: Um mês para viver)

8 de nov de 2012

A perspectiva do Carpinteiro


  Não conheço ninguém que seja normal. Você não é normal, eu não sou normal. Todos nós somos únicos. Não há outra pessoa no mundo como você. Embora sejamos muito diferentes, estamos todos na mesma caixa de ferramentas. No entanto, em vez de trabalharmos juntos para construir relacionamentos duradouros, como Deus deseja, muitas vezes somos tentados a criticar. É sempre mais fácil apontar as falhas e os defeitos de outra pessoa em vez de procurar as próprias deficiências. Veja o que Jesus fala sobre isso:
‘‘Por que você repara no cisco que está no olho do teu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do teu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do seu irmão’’. (Mateus 7:3-5)
Temos a visão aguçada para encontrar ciscos nos olhos de qualquer pessoa. Conseguimos enxergar aquela pequena partícula - o erro, o problema, o pecado ou a falha de caráter na vida de outra pessoa - e mal conseguimos esperar para apontar aquilo. E aí reclamamos: ‘‘Você realmente tem um problema aqui’’. ‘‘Mas’’, diz Jesus, ‘‘eis o verdadeiro problema. Você está tentando tirar o cisco do olho de outra pessoa, embora tenha uma trave no próprio olho’’. Existe um verdadeiro depósito cheio de pessoas com traves nos olhos por aí dizendo: ‘‘Cara, você viu que problema na vida daquelas pessoas? Ainda bem que não sou como elas!’’. Estão de tal modo determinadas a apontar o cisco nos olhos dos outros que se esquecem totalmente das traves presas à própria vida.
Observe que Jesus não diz que devemos ignorar o cisco. Muitas pessoas consideram hoje que estão julgando ao apontar um pecado. Não se trata disso. Devemos olhar o cisco nos olhos de uma pessoa e ajudá-la com o poder de Cristo. Nosso papel não é julgar, mas ser agentes de cura. Mas às vezes dizemos à pessoa: ‘‘Sabia que você tem um cisco no olho? Vou ajudá-la com isso’’, e aí acertamos a cabeça dela com a trave que está grudada em nosso próprio olho e ela responde: ‘‘Não, obrigada. Prefiro ter um cisco no olho a ser atingida pela trave na cabeça’’.
Em família, somos muito rápidos em apontar as falhas dos outros e desprezar as gritantes fraquezas de nossa vida. Descobri que, se me concentrar em minhas próprias deficiências e deixar que Deus me dê coragem para enfrentar minhas faltas, falhas de caráter e erros, não terei urgência em ajudar os outros a ver seus próprios ciscos. Se eu deixar de tentar mudar todo mundo e me esforçar para que Deus me mude, as 
pessoas em minha vida se tornarão muito mais acessíveis.

(Texto extraído do livro: Um mês para viver)


16 de out de 2012


Ouça, ainda que não possa ver

         (Lucas 24:13-35)
Depois da ressurreição, Jesus apareceu aos discípulos em forma visível somente em algumas poucas ocasiões durante um período de quarenta dias. Sua principal tarefa, como professor deles durante aqueles dias, foi acostumá-los a ouvi-lo sem que pudessem vê-lo. Assim, foi ‘‘por meio do espírito Santo’’ que deu instruções aos apóstolos durante esse período (At.1:2). Ele se faz visível aos discípulos apenas o suficiente para lhes dar a confiança de que era ele quem lhes falava ao coração. Isso os preparou para continuarem a conversar com ele depois que ele não mais lhes aparecesse visivelmente. Uma cena instrutiva retirada daqueles dias muito importantes de ensino é preservada no último capítulo de Lucas. Dois dos alunos entristecidos de Jesus estavam caminhando para Emaús, uma vila a pouco mais de dez quilômetros a noroeste de Jerusalém. Cristo foi até eles numa forma visível que eles não reconheceram, e ouviu a triste história que contaram sobre o que havia acontecido a Jesus de Nazaré e como, aparentemente, toda esperança havia se perdido. Ele respondeu conduzindo-os pelas Escrituras e mostrando-lhes que aquilo que havia acontecido a seu Jesus era exatamente o que deveria acontecer ao Messias por quem Israel esperava. Então, enquanto estavam sentados para fazer uma refeição juntos, repentinamente ‘‘os olhos deles foram abertos e o reconheceram, e ele desapareceu da vista deles’’ (Lc. 24:31). Mas o reconhecimento foi muito mais do que um simples gesto visual, e esse foi o fato importante. ‘‘Perguntaram-se um ao outro: Não estava queimando o nosso coração, enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?’’ (Lc. 24:32). Ele fala conosco em nosso coração, que queima diante do impacto característico de sua palavra.
      Sua presença conosco é, naturalmente, muito maior do que as palavras que ele nos diz. Mas ela é transformada em companhia apenas pelas comunicações reais que existem entre nós e ele. Essa companhia com Jesus é a forma que a espiritualidade cristã assume conforme praticada há séculos. As pessoas espirituais não são aquelas que se envolvem em certas práticas espirituais; são aquelas que obtêm vida por meio de um relacionamento conversacional com Deus. Elas não vivem na esfera humana do mundo visível; têm ‘‘uma vida além’’.
Hoje, vivemos na estrada de Emaús, por assim dizer, com um coração que queima de maneira intermitente. A palavra de Jesus se derrama em nosso coração, dando energia e direcionamento a nossa vida de uma maneira que não pode ser descrita em termos naturais. Aquilo que vejo a meu redor se torna, por sua vez, o dom de Deus para mim; sou privilegiado por ver as práticas do céu sendo realizadas por meio de minha amizade com Cristo.

5 de out de 2012

O MELHOR CANDIDATO!


          Hoje é dia! Tempo de eleição! Expectativas em torno de mudanças tão esperadas por todos nós. muitos candidatos pedem nosso apoio com promessas que jamais cumprirão. Não sei qual é o seu candidato, mas posso apontar um que realmente pode dar solução e respostas aos anseios de todos nós. Veja suas características e algumas das muitas coisas que Ele, com certeza pode fazer e fará por todos nós:
HONESTIDADE - Trata-se do homem que tem sido através dos anos o símbolo da honestidade. Ele jamais traiu a confiança daqueles que o têm eleito como seu representante. Ele nunca falhou no cumprimento de suas promessas. Os seus seguidores são felizes, pois ele sabe como transformá-los em pessoas de sucesso na vida.
AÇÃO SOCIAL - No seu plano de ação social está prevista a recuperação dos criminosos. Ele mesmo deu o exemplo quando injustamente agredido demonstrou amor pelos seus algozes. Ele crê que o amor poderá transformar as vidas das pessoas. Para solucionar a violência e o ódio nas relações humanas, ele diz: "Pagai o mal com o bem, e assim cumprireis os meus mandamentos"
QUESTÕES ECONÔMICAS - Para os problemas econômicos eis o seu conselho: "Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas".
PROBLEMAS PSICOLÓGICOS - Quanto às questões de ordem psicológica, como angústia, depressão, desespero e outros males, ele diz: "Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei".
SEGURANÇA - Neste mundo teremos segurança seguindo este conselho: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e ele tudo fará".
FOME - Quanto à questão da fome, ele diz: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão viverá para sempre".
VIDA ETERNA - Somente este candidato promete algo que ninguém mais pode dar: "Quem crê em mim tem a vida eterna".
Quem é este candidato que tem um projeto tremendo para revolucionar não somente o nosso país, mas o mundo todo, através do amor e do perdão? Seu nome: JESUS CRISTO!
Se você está à procura de alguém em quem possa confiar plenamente; se precisa encontrar a pessoa certa para dirigir a sua vida pessoal e familiar; então lhe apresentamos aquele que através dos séculos tem respondido a todas as perguntas do coração humano e a ninguém tem desapontado.
Isto aqui nada tem de "cartomante", é coisa seríssima: Se sua vida tem sido marcada por desilusão, conflitos, angústia, medo, insegurança, pecados e vícios; saiba e creia que JESUS morreu na cruz por seus pecados, e ressuscitou ao terceiro dia (ELE É O DEUS VIVO), eleja-o depressa como dirigente exclusivo de sua vida. Ele é o seu candidato. Ele quer lhe dar uma
 nova vida, uma nova natureza, e lhe garante algo que o dinheiro e político algum pode dar:
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou".
                                        Não pense duas vezes. O melhor candidato é JESUS!

24 de set de 2012

Em um Brasil em trevas seja luz



 ESTENDENDO A MÃO QUANDO VOCÊ PREFERIRIA NÃO FAZÊ-LO

Jonas não se importava com os ninivitas. Não queria saber que Nínive era cidade com dezenas de milhares de pessoas condenadas a ir para o inferno. Sua procrastinação e seu preconceito pessoal eram mais fortes do que qualquer paixão que pudesse ter pelos perdidos. O fato é que, para ele, o julgamento de Nínive era algo bastante apropriado.
Você já se sentiu assim em relação a alguém? Alguns de nós talvez tenhamos um prazer perverso em saber que pessoas que nos perturbam podem estar se encaminhando para o inferno. Certamente esse não é o tipo de atitude que devemos ter como cristãos. A verdade é que todos merecemos ir para o inferno. Todos nós merecemos o julgamento de Deus. Jesus não disse aos cristãos: ‘‘odeiem seus inimigos e desejem que o julgamento sobre eles chegue logo’’. Ele disse: ‘‘Vocês ouviram o que foi dito: Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo. Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem’’. (Mt 5:43-44).
Há momentos em que nós, cristãos, nos retiramos para locais particulares de isolamento. Nós nos isolamos das pessoas que não crêem do mesmo jeito que nós. Não queremos nenhum contato com elas por causa do medo de que possamos ser contaminados. Aqui está o problema com esse tipo de atitude: como aquelas pessoas serão salvas se não tiverem contato com alguém que possa lhes falar sobre o amor de Deus? Não estou sugerindo que Deus, de alguma forma, dependente de nós. Ele pode fazer o trabalho muito bem sem nossa ajuda. Mas, ao mesmo tempo, quer nos usar como instrumentos seus.
Paulo fez uma pergunta retórica em Romanos: ‘‘Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue?’’ (Rm 10:14).
Jonas era filho de Deus. Era alguém que cria, ainda que de um jeito esquisito, até mesmo desobediente naquele momento. Mas ele cria mesmo assim. O que a Bíblia diz sobre a maneira de Deus lidar com seus filhos? Ela diz: ‘‘Pois o Senhor disciplina a quem ama’’ (Hb 12:6). Porque nos ama, o Senhor procurará chamar nossa atenção quando estivermos no caminho errado.
Todos nós sabemos como é isso. Quando cruzamos a linha, quando estamos prestes a fazer algo que sabemos ser errado, surge aquela pequena voz dentro de nossa cabeça, aquele senso de convicção do Espírito Santo, dizendo: ‘ ‘Não faça isso; não é certo’’.                                                            

(Greg Laurie)

14 de set de 2012


SAL E LUZ



“Permitam-me dizer por que vocês estão aqui. Vocês estão aqui para ser o sal que traz o sabor divino a terra. Se perderem a capacidade de salgar, como as pessoas poderão sentir o tempero da vida dedicada a Deus? Vocês não terão mais utilidade e acabarão no lixo. Há uma outra maneira de dizer a mesma coisa: vocês estão aqui para ser luz, para trazer as cores de Deus ao mundo. Deus não é um segredo a ser guardado. Vamos torná-lo público, tão público quanto uma cidade num plano elevado. Se faço de vocês portadores de luz, não pensem que é para escondê-los debaixo de um balde virado. Quero posicioná-los onde todos possam vê-los. Agora que estão no alto do morro, onde todos conseguem enxergá-los,tratem de brilhar! Mantenham a casa aberta. Que a generosidade seja a marca da vida de vocês. Mostrando-se acessíveis aos outros, vocês motivarão as pessoas a se aproximar de Deus, o generoso Pai do céu”. (Mateus 5:13-16)

      O texto acima, na versão da Bíblia em Linguagem Contemporânea, nos convida a refletir no compromisso que um dia assumimos com Deus, de fazer a diferença neste mundo. Num contexto cruel e desafiador em que predominam os costumes e conceitos que vêm na contramão de tudo quanto aprendemos na Palavra de Deus, somos chamados a “ser luz para o mundo e sal para a terra” numa sociedade que se degrada, da qual, queiramos ou não, somos partícipes e muitas vezes sem saber o papel que nos compete como crentes. Não podemos ficar alheios. Fazemos parte dela também e somos responsáveis como filhos de Deus, pelo bem-estar e o desempenho saudável desta geração.
      Como igreja do Senhor, temos procurado cumprir o nosso papel e hoje estamos iniciando mais uma campanha de levantamento de recursos para a obra missionária em nosso país. Convido você meu amado irmão a fazer o seu alvo, enquanto você pensa nos milhares de seres humanos vivendo na miséria espiritual, no mundo das drogas, da prostituição, do crime, da marginalidade, da pobreza, do abandono, da violência e da discriminação.
      Não podemos jamais ficar indiferentes e às vezes até convivendo pacificamente com os modelos de uma sociedade corrupta e perversa. E o imperativo é: SEJA LUZ! Antes de qualquer coisa, a fidelidade em nosso testemunho pessoal é requerida por Deus e cobrada em nosso viver onde quer que estejamos: em casa, na vizinhança, no trabalho, na escola, na faculdade, no ônibus, no supermercado, na quadra de esportes, no clube que frequentamos, no namoro, nos relacionamentos, nossa maneira de tratar, em nossos negócios, etc...
      Vale a pena o esforço, vale a pena obedecer ao Senhor e não se moldar ao padrão do mundo (Romanos 12:1-2). É compensador fazer a vontade de Deus: SER SAL E LUZ.
                                                               Que Deus nos abençoe!

6 de set de 2012

É SUFICIENTE DIZER: “EU ESTAVA ERRADO?”


“No vigésimo quarto dia do mês, os israelitas se reuniram, jejuaram, vestiram pano de saco e puseram terra sobre a cabeça. Os que eram de ascendência israelita tinham se separado de todos os estrangeiros. Levantaram-se nos seus lugares, confessaram os seus pecados e a maldade dos seus antepassados. Ficaram onde estavam e leram o Livro da Lei do Senhor, do seu Deus, durante três horas, e passaram outras três horas confessando os seus pecados e adorando o Senhor, o seu Deus”. (Neemias 9:1-3)


      Ainda vivendo a riqueza do estudo em nossa EBD do livro de Neemias, transcrevemos da Bíblia NVI, o texto a seguir, cujo teor está no contexto de nossa lição de hoje e que servirá como adição ao material que já temos em mãos. O texto fala de arrependimento, confissão e perdão, assuntos que temos muito que aprender na prática do dia-a-dia:
      “Você já foi pedir perdão e disse “eu estava errado”, achando que isso resolveria o problema? Talvez a pessoa ofendida tenha parecido confusa, levando você a pensar: “Bem, eu disse que estava errado. Isso não deveria ser suficiente?”.
      Porém, o simples fato de admitir nosso comportamento errado não é suficiente. Precisamos expressar nossa tristeza. A combinação desses dois elementos leva as pessoas a perceberem a sinceridade em nosso coração. Ao expressar nossa tristeza, podemos desenvolver empatia pelo outro. Isso constrói pontes e nos ajuda a restaurar os relacionamentos.
      Paulo sabia o valor da expressão da tristeza quando escreveu isto: “Agora, porém, me alegro, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa causa. A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte”. (2 Coríntios 7:9-10)
      Como Paulo disse, se nos entristecemos a ponto de chegar ao arrependimento, isso é uma expressão saudável das emoções que leva à cura em nossos relacionamentos com outras pessoas e com Deus. Também desperta empatia e um verdadeiro sentimento de restauração.
      Tentar se comunicar com empatia permite que a outra parte se sinta ouvida. Empatia significa “ver a questão com base na perspectiva da outra pessoa”. É semelhante à velha recomendação de “se pôr no lugar do outro”. A empatia diminui a resistência entre duas pessoas magoadas, permitindo que a comunicação se abra e a autoproteção seja aquietada”.

3 de set de 2012


REAVIVAMENTO


    “Esdras abriu o livro diante de todo o povo e este podia vê-lo, pois ele estava num lugar mais alto. E, quando abriu o livro, o povo todo se levantou. Esdras louvou o Senhor, o Grande Deus e todo povo ergueu as mãos e respondeu: 'Amém! Amém!' Então eles adoraram o Senhor, prostrados, rosto em terra”. (Neemias 8:5-6)
Quero começar a minha reflexão de hoje com a afirmação de Charles Swindoll: “Em todo reavivamento genuíno na história sempre houve dois pontos altos. Primeiro, sempre houve a proclamação da Bíblia, a Palavra de Deus; segundo, sempre houve a mobilização espontânea dos cristãos, o povo de Deus”. O texto que estamos estudando neste domingo fala do primeiro reavivamento registrado na história. Os muros estavam construídos, a missão estava cumprida, mas havia um vácuo espiritual na cidade. Depois de longos anos de cativeiro, a convivência com um povo e uma cultura pagã, fez o povo esquecer seus princípios, a fé desvaneceu e o Livro da Lei escrito por Moisés foi abandonado.
Estavam agora reorganizados, bem instalados, protegidos com o muro reconstruído, mas faltava uma coisa, isto é, faltava o restabelecimento da verdade através da Escritura Sagrada. Isto me faz pensar que não basta sucesso nos negócios, na família, na igreja ou outro qualquer setor da vida, se não formos dirigidos, orientados, sustentados por Deus e Sua Palavra. Sem a Palavra como orientação, haverá sempre um vazio que não pode ser preenchido com outra qualquer coisa. Conta a história que o povo pediu para que a Escritura fosse lida e houve um grande ajuntamento na praça com uma expectativa incomum. O povo estava sedento da Palavra e Esdras atendeu ao pedido. Uma leitura que durou desde o “raiar da manhã até o meio dia”(v.3). A medida que ia sendo lida, a Escritura era interpretada e explicada ao povo através dos levitas que auxiliavam o sacerdote Esdras. O povo ouviu e entendeu e a verdade foi estabelecida. Quando chega a verdade, saímos da superficialidade e nos aprofundamos no amor e na vontade de Deus. Quando isto acontece bate em nosso coração o sentimento de arrependimento por reconhecermos o quanto temos desagradado ao Senhor e choramos. Isto é um bom sinal!
Na historia bíblica que estamos estudando, isto aconteceu. Uma grande lição para nós. Que a leitura da Palavra de Deus não seja limitada a uma mera prática religiosa ou obrigatoriedade de todos os dias, nem mesmo um passatempo para preencher as lacunas do tempo de nosso dia-a-dia, mas que seja um confronto sincero do que temos sido, avaliando nossas atitudes, nossas palavras, nossos relacionamentos e tenhamos a coragem de pedir perdão a Deus daquilo que não tem agradado Seu Espírito Santo, determinando em nome de Jesus estabelecer uma prática de vida que realmente honre o nome que está acima de todos os nomes, Jesus Cristo, aquele que deu a vida por nós para nos livrar da condenação eterna. Isto é reavivamento diário.
                                              Que Deus nos abençoe!

24 de ago de 2012

MERGULHANDO EM ÁGUAS PROFUNDAS


      Com a mente voltada para o tema do nosso congresso, quero compartilhar com meus amados irmãos, o que vai no meu coração, um pouco de minhas expectativas e minhas preocupações, pois o tempo em que vivemos é marcado por grandes eventos mas pequenos compromissos, muito barulho e poucos resultados, muito carisma e pouco caráter, muita religiosidade e nenhum senso de temor a Deus. A minha expectativa é que este encontro seja muito mais que mero evento para cumprir uma agenda que faz parte do programa anual da igreja. Precisamos considerar este momento como parte do agir de Deus e o Seu desejo de que sejamos melhores filhos seus, mais fiéis e obedientes, mais comprometidos com o Seu Reino, mais dedicados a Sua causa e que realmente saiamos da superficialidade e mergulhemos de verdade nas águas profundas d’Aquele que é a fonte da água da vida. Enquanto escrevo estas linhas, penso que o grande segredo que precisamos descobrir para sair da superficialidade e mergulharmos nessas águas benditas é aprender a desenvolver em nossas vidas o princípio de tudo: Amar como Jesus ama Leia a história contada por Bill Hybels em seu livro “Quem é você quando ninguém está olhando?”:
     ‘‘Conheço um homem que goza de uma extraordinária comunhão com Deus. Ele não nasceu assim; aprofundou seu relacionamento com o Senhor através da prática do amor radical. Alguns anos atrás, ele e o pai trabalharam como missionários numa terra distante. Alguns representantes de uma seita religiosa perguntaram ao pai se podiam orar com ele. Ele concordou prontamente e marcaram a data. No dia combinado, apareceu um homem e os dois foram a uma sala privativa para orar. De repente, meu amigo percebeu uma agitação incomum. Correu à sala, e viu o pai ensangüentado no chão. O homem que ali viera, em vez de orar, esfaqueou o missionário, matando-o. Apesar do sofrimento, o jovem resolveu dedicar-se à tarefa de ganhar o povo daquela seita extremista, que havia planejado o assassinato de seu pai. Seria muito compreensível se ele tivesse abandonado o ministério. Em lugar de deixá-lo, porém, ele expandiu o trabalho que seu pai havia iniciado. E no processo de amar radicalmente aquele assassinos, aprendeu a sentir a presença e o poder de Cristo de uma forma que jamais experimentara. Quando levamos tapas, abrimos mão de nossos direitos legais, e carregamos a bagagem de outrem além do necessário, descobrimos que estamos em águas profundas na companhia de Cristo. Ao percebermos a instabilidade do lugar onde estamos pisando, nós nos agarramos ao Senhor. Sentimos o apoio dele em situações em que jamais o sentiríamos, se agisse de outra forma. Muitos crentes nunca se soltam do ancoradouro do amor. Têm medo de serem levados para o alto-mar do amor radical, não retaliativo, o amor que anda a segunda milha. E no entanto é aí que a ação se desenrola. É aí que a presença de Deus se manifesta de maneira mais intensa, jamais experimentada por aqueles que permanecem no porto. É aí que todos temos uma visão mais profunda de Jesus Cristo, o único exemplo perfeito de amor radical, e então ficamos perplexos. É aí, também que a hostilidade termina e tem inicio uma paz duradoura. O amor radical parece não ter lógica. Também não é fácil. Todavia é algo de que o mundo necessita urgentemente, hoje mais do que nunca.”

10 de ago de 2012

CASAS QUE TRANSFORMAM O MUNDO



      Este é o título do livro que estou lendo, vivendo a expectativa do lançamento do projeto de Pequenos Grupos a partir desta semana, com as primeiras reuniões previstas para dez lares a partir da próxima quinta-feira. Do livro citado, transcrevo o texto abaixo que nos ajuda a refletirmos sobre o assunto que tem empolgado o meu coração e que julgo ser de grande importância para a história de nossa igreja:
      “Qual é o lugar mais simples para uma pessoa ser santa? Ela se esconde atrás de um grande púlpito e, trajado com túnicas sagradas, prega palavras santas a uma massa sem rosto, desaparecendo depois em seu gabinete. E qual é o lugar mais difícil e, por isso mais significativo, para uma pessoa ser santa? Em casa, na presença de sua família, onde tudo o que ela diz e faz é submetido a um teste espiritual automático e conferido com a realidade. Ali todo o farisaísmo devoto está irremediavelmente condenado à morte.
      As parcelas mais significativas do cristianismo fugiram do enraizamento na família como lugar flagrante do fracasso pessoal para salões sagrados, onde se celebram missas/cultos artificiais bem afastados do cotidiano. No entanto, Deus está em vias de reconquistar novamente às próprias raízes, ao lugar de onde ela procede a um movimento de igrejas nos lares. Assim, a igreja volta literalmente para casa. Na última fase da história da humanidade, pouco antes do retorno de Jesus Cristo, fecha-se o círculo da história da igreja.
      Quando cristãos de todos os segmentos sociais e culturais, de todas as situações de vida e denominações sentirem em seu espírito um eco nítido daquilo que o espírito de Deus diz à igreja, eles começarão a funcionar claramente como um corpo, a ouvir globalmente e agir localmente. Deixarão de pedir que Deus abençoe o que fazem e começarão a fazer o que Deus abençoa. Na própria vizinhança se congregarão em igrejas nos lares e se encontrarão para cultos festivos que abrangem a cidade ou região toda.
      Você também está convidado a aderir a esse movimento aberto e dar a sua própria contribuição. Dessa maneira provavelmente também a sua casa há de ser uma casa que transforma o mundo.







OS BENEFÍCIOS DA ORAÇÃO



      Ainda pensando no tema e personagem cuja vida estamos estudando neste trimestre transcrevemos abaixo o texto extraído do livro “Liderança em tempos de crise” que nos ajuda a compreender o porquê do sucesso deste homem que a história com seu exemplo de vida.
      “O primeiro capítulo de Neemias é uma mescla de oração e ação. Todos os que lideram devem dar prioridade à oração. Por que a oração é tão importante? Estas são as quatro razões mais resumidas que conheço.
      A oração me faz esperar. Não posso orar e trabalhar ao mesmo tempo. Tenho de esperar para agir até que termine de orar. A oração me força a entregar a situação a deus; ela me faz esperar.
      Segundo, a oração ilumina minha visão. O sul da Califórnia, por estar localizado na costa, tem sempre um problema de clima pela manhã, até que o sol “ilumine através” da neblina matinal. A oração faz isso. Quando você enfrenta uma situação, ela é nevoenta? A oração vai “iluminar através” da nuvem. Sua visão vai melhorar de modo que você poderá ver através dos olhos de Deus.
      Terceiro, a oração acalma o coração. Não posso preocupar-me e orar ao mesmo tempo. Esses atos se excluem mutuamente. Os joelhos não batem um no outro quando nos ajoelhamos!
      Quarto, a oração ativa minha fé. Depois de orar, fico mais inclinado a confiar em Deus. E como sou impertinente, negativo e crítico quando não oro! A oração incendeia a fé.
      Não encha a margem de sua Bíblia com palavras e pensamentos sobre a maneira como um líder ora. Não termine com apenas com uma teologia estéril de oração. Ore! A oração foi o primeiro e principal passo que Neemias deu em sua jornada para a liderança efetiva.

·  Encontrou rios que julga intransponíveis?
·  Encontrou montanhas que não consegue percorrer?
·  Deus se especializa nas coisas impossíveis,
·  Ele faz aquilo que ninguém pode fazer.

      O Senhor é o Especialista de que precisamos para essas experiências inconcebíveis e impossíveis. Ele se agrada em realizar aquilo que não nos é possível fazer. Porém, aguarda nosso pedido. Fica à espera de nossa solicitação. Neemias pediu rapidamente ajuda. Sua posição favorita quando enfrentava problemas era de joelhos.
                                                                 E a Sua?"

6 de ago de 2012

UM ESCRIBA DA GRAÇA


O texto a seguir, extraído da Bíblia de Estudo Desafio de Todo Homem, tem tudo a ver com o assunto que estamos estudando em nossa EBD, pois trata do personagem que junto com Neemias, teve participação importantíssima na reconstrução:
“Quando um sacerdote e erudito chamado Esdras se convenceu, em algum momento do ano 458 a.C. de que deveria voltar para a terra devastada de seu povo, ele provavelmente não tinha ideia da difícil tarefa que se colocava a sua frente. Ele só sabia que Deus tocara seu coração para cuidar do bem-estar de sua terra natal e que precisava fazer algo em relação a isso.
Um dos antepassados de Esdras, dezesseis gerações antes dele, fora o primeiro sumo sacerdote de Israel, o próprio Arão (Ed. 7:1-5). Enquanto esteve no exílio, Esdras se dedicou a estudar a Lei de Moisés e desenvolveu um grande desejo de ensinar a palavra de Deus aos pequenos grupos de hebreus desanimados que haviam retornado a Judá.
Embora, possamos atribuir o sucesso de Esdras a características como perspicácia, determinação, boas conexões políticas e resolução, ele constantemente indicava que suas vitórias tinham outra fonte. A fonte que ele menciona talvez nos seja inesperada - em especial pelo fato de ele ter vivido nos tempos desafiadores do Antigo Testamento, não nos dias emocionantes do Novo Testamento. A que Esdras atribuía seu sucesso ministerial? À graça!
Praticamente todas as vezes que Esdras relata um triunfo ministerial ou pessoal, ele menciona a graça como razão subjacente. Considere alguns dos marcos principais de sua carreira:
Antes de Esdras iniciar sua missão, ainda na Pérsia, o poderoso rei Artaxerxes “lhe concedera tudo o que ele tinha pedido”. Por quê? Porque “a mão do senhor, o seu Deus, estava sobre ele” (7:6).
 Além dos presentes e de suprimento, o escriba recebeu enorme honra – não apenas na presença do rei, mas também diante do conselho real e dos príncipes mais importantes. Por quê? Porque “a mão do Senhor, o meu Deus, esteve sobre mim” (7:28).
 Pouco antes de iniciar sua jornada para Jerusalém, ficou desapontado com o fato de nenhum levita ter se juntado à expedição. Então, entrou em contato com alguns amigos pedindo-lhes ajuda e, em pouco tempo, uma grande quantidade de levitas apareceu. Por quê? Porque “a bondosa mão de Deus, estava sobre nós” (8:18).
 Esdras orou pedindo uma viagem segura e proteção contra os ladrões; em seguida, instituiu diversas medidas práticas de segurança. O resultado? “A mão do nosso Deus, esteve sobre nós, e ele nos protegeu do ataque de inimigos e assaltantes pelo caminho” (8:31).
 Até mesmo quando descobriu que muitos de seus compatriotas haviam se casado com mulheres pagãs e, assim, quebrado a lei de Deus, Esdras se refugiou na graça. Numa oração de confissão, ele disse: “Mas agora, por um breve momento, o nosso Deus, foi misericordioso, deixando-nos um remanescente” (9:8)

Você provavelmente já sabe que a graça é essencial para a salvação, mas Esdras nos mostra que ela também se aplica a outras áreas de nossa vida. E precisamos dela muito mais do que imaginamos”.

Moral da história: Aprenda a depender da graça em todos os aspectos da vida.

30 de jul de 2012

UM HOMEM DE ORAÇÃO E MUNIÇÃO


“Neemias foi a segunda pessoa da dupla dinâmica que Deus usou para incentivar e organizar os desmotivados hebreus que haviam retornado do exílio. Enquanto Esdras era um escriba concentrado nas necessidades espirituais dos judeus repatriados. Neemias focou nas necessidades físicas e políticas daquelas pessoas. Trabalhou especialmente na reconstrução do muro arruinado que um dia protegera Israel.
Neemias obteve permissão do rei Artaxerxes para retomar e reconstruir Jerusalém no ano 444 a.c. Ele servia fielmente como copeiro do rei – um conselheiro pessoal de confiança – e,  assim, obteve não só o consentimento do monarca, mas também uma escolta militar pessoal, cartas de apresentação para as autoridades locais e uma quantidade substancial de suprimentos caros.
Tal como Esdras, Neemias caminhava bem perto de Deus. Ele também sabia como fazer as coisas e tinha uma mente afiada para tratar de questões práticas. Logo descobriu que muitos dos residentes não judeus da terra (pessoas que, muitos anos antes, haviam sido colocadas ali pelos conquistadores assírios) se opunham aos planos de reconstrução. Ele traçou várias estratégias para superar a hostilidade dos inimigos:
· Designou pequenos grupos de trabalhadores de famílias aparentadas para trabalhar em partes específicas do muro – de modo geral, designou famílias para cuidar de postos de trabalho que ficavam próximos das próprias casas (Ne. 3).
· Liderou reuniões públicas de oração para reagir à ridicularização e à zombaria cruel sofrida por seus colegas (4:1-5).
· Tomou medidas de proteção adicionais quando ficou sabendo dos planos violentos contra a obra, chegando até mesmo a designar metade de seus homens para a tarefa de guarda ininterrupta (4:6-18). Ele teria entendido e aprovado a exortação do capelão da Segunda Guerra Mundial que disse: “Louve ao Senhor e passe a munição!”.
· Privou-se voluntariamente dos confortos que lhe eram concedidos em seu posto como governador, para que pudesse se identificar por completo com seu povo e garantir-lhe apoio de todo coração (5:14-19).
· Reconheceu a traição e contra-atacou planos perigosos com conversa franca e oração nos bastidores (6:10-14).
Por meio da liderança visionária e do exemplo de firmeza de Neemias, o muro em torno de Jerusalém foi erguido em apenas 52 dias. “Quando todos os nossos inimigos souberam disso”, relata Neemias, “todas as nações vizinhas ficaram atemorizadas e com o orgulho ferido, pois perceberam que essa obra havia sido executada com a ajuda de Deus” (6:16). Neemias nunca viu a menor inconsistência entre uma fé forte e uma atitude prática e pragmática. Fez uso freqüente tanto de oração quanto de munição, sempre em ordem. Todas as vezes que seus compatriotas judeus começaram a cair em desanimo, ele encontrou maneiras concretas de erguer-lhes o espírito e manter a obra caminhando. O que o fazia seguir em frente? Ele próprio deu a resposta a um adversário que, de maneira dissimulada, solicitou uma reunião: “Estou executando um grande projeto e não
posso descer. Por que parar a obrar para ir encontrar-me com vocês?” (6:3)

MORAL DA HISTÓRIA: A mente prática unida à fé genuína pode realizar grandes coisas.

23 de jul de 2012

A LUTA PELA FAMÍLIA


“Por isso posicionei guardas nos lugares mais vulneráveis do muro e organizei o povo por famílias, equipando-os com espadas lanças e arcos. Depois de inspecionar tudo, chamei os nobres, os oficiais e os demais e disse: Não fiquem com medo deles. Atentem para o Senhor, o Deus grande e terrível, e lutem por amor de seus irmãos, seus filhos, suas filhas, suas mulheres e suas casas.”
(Neemias 4:13-14)

Deus nos tem permitido a realização de mais um Encontro de Casais, o de número vinte e oito; projeto que ao longo de mais de duas décadas tem sido instrumento do Senhor para abençoar muitas vidas. O texto acima coincide com a realização do evento e o estudo que estamos fazendo no livro de Neemias com o qual aprendemos a importância de protegermos nossa família. O assunto merece reflexão séria e tomadas de atitudes urgentes, já que é indiscutível os ataques terríveis de inimigos que tentam por todos os meios e modos destruir a família. O que tem me preocupado sobremaneira é que esses inimigos têm levado vantagem porque na maioria das vezes encontram nossas famílias vulneráveis, fragilizadas e feridas pelas nossas próprias inconseqüência e aí perdemos terreno nesta batalha. Nas minhas pesquisas de internet me deparei com o texto abaixo que bem se encaixa nesta reflexão:
“Feridas são feridas sempre, mas quando abertas em família elas têm um poder de latejamento insuportável. Se não são extirpadas até a raiz, com o tempo, elas causam infecção generalizada e comprometem seriamente o processo reversivo de cura naqueles que sofreram as machucaduras. Recuperar-se, por exemplo, de uma humilhação imposta pelo patrão ou colegas de trabalho é menos difícil do que desenvolver uma boa autoestima após ser vítima da frieza dos pais ou do desprezo dos irmãos. Isso é tão verdade, que existem pessoas amarguradíssimas e incapazes de perdoarem a si mesmas porque vergam diante do peso esmagador de auto cobrança que as faz se sentirem sempre aquém das expectativas, com sentimentos de que poderiam ter feito mais ou melhor. Dentro dos lares, há certo número de pessoas culpadas, complexadas, diminuídas. Há um outro tanto carregando ódio mortal, esperando pelo dia de dar o troco. Há gente que não agüenta mais a pressão de ter que dormir no mesmo quarto, sentar a mesma mesa, assistir a mesma televisão e se mandam. Há gente que arrumou um casamento para se ver livre da atmosfera do lar. Há gente que começa a se meter em muitos caminhos escuros aqui fora para ver se chama a atenção de alguém lá dentro. Há muita gente errando bastante dentro do lar, mas num quase desespero para ser melhor. Mas há também, e com tristeza digo, gente que desistiu de lutar e adotam a postura de hipocrisia, do cinismo e da indiferença. E, esse último tem sido a grande tragédia de muitas famílias.”

  Mas, aqui está a palavra final. NUNCA DESISTA! Vale a pena insistir, vale a pena lutar.
Em Cristo somos mais que vencedores. Lute por sua família! Amém!

11 de jul de 2012

AMAR COM O AMOR DE JESUS

Tenho sido abençoado com a leitura do livro “Quem é você quando ninguém está olhando?” cujo autor é Bill Hybels e do qual separei o trecho abaixo para compartilhar com os meus amados irmãos, com a intenção de repartir a benção: “Ter o coração compassivo não é apenas ter sentimentos. É muito importante começar a enxergar as pessoas como tesouros de Deus. É essencial desenvolver a empatia. E como é que devemos expressar esses sentimentos? Devo paparicar outros? Dar aos pobres tudo que possuo? Vender minha casa e me filiar a uma entidade filantrópica? Como age um cristão de coração compassivo? Em resumo, as Escrituras dizem para tratarmos as pessoas da mesma maneira que Jesus Cristo. Quando oramos, o Senhor ouve atentamente cada palavra. Por que, então, não tratamos nossa esposa, nossos filhos, nossos amigos e nossos colegas de trabalho da mesma forma? Devemos parar, desligar a televisão, afastar-nos de qualquer outra distração e dizer: Vou escutá-lo, pois quero realmente ouvir o que você tem a dizer.” Quando nós erramos, Jesus nos levanta, perdoa, e continua a tratar-nos com amor e respeito. Por que não agir da mesma forma com as pessoas com quem convivemos, trabalhamos, temos comunhão? Nos momentos em que nos sentimos sós e inseguros, o Espírito Santo está ao nosso lado, comunicando o amor de Deus. Nos momentos de dificuldade, devemos apoiar e transmitir segurança àqueles que amamos. Nenhum cristão deve duvidar do amor de Deus. Encontramos evidências disso em toda a Bíblia. “Visto que foste precioso aos meus olhos, digno de honra, e eu te amei...” (Is. 43.4) “Tenho-vos chamado amigos...” (Jo. 15.15) “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”. (Mt. 28.20) “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem.” (Sl. 103.13) Deus não quer que seus filhos fiquem na dúvida se ele os ama ou não. Por que, então, não demonstrar nosso amor com frequência, para que nossa família, amigos e colegas de trabalho saibam o que sentimos por eles? O que acontecerá se nós, pessoas de coração duro, começamos a enxergar outros da mesma maneira que Deus? Se começarmos a nos colocar na pele dos outros, e a tratá-los da mesma forma que Cristo nos trata? Os resultados seriam inacreditáveis. Depois do espanto inicial, nossa esposa e nossos filhos ficariam tomados de alegria. Nossos colegas de trabalho balançariam a cabeça e diriam: “O ambiente aqui mudou por completo – que será que aconteceu com esse sujeito insensível?” As amizades superficiais se transformariam em amizades fraternais. Quando as pessoas descobrirem que é possível encontrar amor no lugar onde adoramos a Cristo, nossas igrejas darão frutos muito mais abundantes. Graças a Deus por aqueles que naturalmente têm coração terno. Sem eles, nossa vida seria pobre e seca. Graças a Deus, também, pois todos nós podemos nos tornar mais compassivos – mesmo os de coração duro.’’

14 de jun de 2012

VOANDO NAS ALTURAS

“Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão, andarão e não se fatigarão” (Isaías 40.31). A águia tem uma característica muito interessante. Quando ela faz seu segundo voo, ele é mais alto do que o primeiro. Quando ela faz seu terceiro voo, ele é mais alto do que o segundo. Ela sempre se esforça para voar cada vez mais alto. Com isso, ela tem uma lição muito profunda a nos ensinar. Se os que confiam no Senhor são como a águia, então nós não precisamos ter uma vida de altos e baixos. Há muitos crentes que são instáveis demais. Sua fé oscila como a onda do mar. Não se firmam. Não crescem. Não amadurecem. São reincidentes em repetidas quedas. São crentes inconstantes, ora entusiasmados e cheios de vigor, ora curtindo um desânimo doentio. São crentes como Pedro, antes do Petencoste: fazem bonitas e profundas declarações sobre a messianidade de Jesus, mas se deixam usar pelo diabo (Mt. 16.15-23). Por um instante são ousados, mas depois se acovardam. Há momentos que juram fidelidade a Jesus; logo depois o negam vergonhosamente. Deus não nos chamou para vivermos um projeto de derrota e fracasso. Com Cristo a vida é sempre de trinunfo (II Co.2.14). Com Ele somos mais do que vencedores (Rm. 8.37). A nossa dinâmica não é dar cinco passos para frente e quatro para trás, mas é caminhar de força em força, sempre para frente, para o alvo, que é Cristo Jesus. A águia ainda nos ensina uma outra lição: sempre que divisa no horizonte a chegada de uma tempestade borrascosa, sempre que vê as nuvens escuras e os relâmpagos riscando o céu, sempre que ouve o ribombar dos trovões, ela agiganta ainda mais os seus esforços e voa com intrepidez para as grandes alturas, pairando acima da tempestade, onde sobrevoa em perfeita bonança. Temos, também, em nossa jornada, muitas tempestades. Muitas delas são ameaçadoras e perigosas. É insensatez viver abaixo da borrasca e sofrer os efeitos catastróficos da tempestade se podemos voar para o alto e desfrutar tempos de refrigério e bonança nos braços do Deus vivo. O segredo na hora da crise é voar um pouco mais alto e agasalhar-nos debaixo das asas do Deus onipotente. Ele é a nossa torre de libertação. Ele é o nosso alto refúgio. Ele é o nosso esconderijo seguro. Ele é a nossa cidade-refúgio. Ele é o nosso abrigo no temporal. Muitos crentes, entretanto, em vez de fugir do temporal, causam mais tempestade. São como Jonas, provocadores de vendaval. Sempre que o crente deixa de obedecer a Deus, em vez de benção, torna-se maldição; em vez de ajudar as pessoas ao seu redor, é um estorvo; em vez de ser um aliviador de tensões, é um provocador de tragédias. Todo crente na rota da fuga de Deus é uma ameaça, pois não apenas vive debaixo da tempestade, mas a sua vida é a própria causa da tempestade. A atitude acertada não é fazer como o avestruz, que, ao ver o perigo, esconde a cabeça na areia, julgando com isso que o problema esteja eliminado. Na tempestade, não adianta fugir nem se esconder. O segredo é voar alto e refugiar-se nos braços do Senhor. (Transcrito do Livro Voando nas Alturas)

1 de jun de 2012

A ORAÇÃO - CURA DIVINA PARA A ANSIEDADE

“Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças” (Fp. 4.6). Deus não dá apenas uma ordem: “Não andeis ansiosos”, mas oferece a solução. Não apenas diagnostica a doença, mas também oferece o remédio. Se a ansiedade é uma doença, a oração é o remédio. Lidamos com a ansiedade não com livros de autoajuda, mas com a ajuda do alto. Triunfamos sobre ela não batendo no peito em uma arrogância ufanista, mas caindo de joelhos e lançando sobre Cristo a nossa ansiedade. Onde a oração prevalece, a ansiedade desaparece. William Barclay corretamente afirma: “Não existe nada demasiadamente grande para o poder de Deus nem demasiadamente pequeno para o Seu cuidado paternal”. O remédio de Deus deve ser usado de acordo com a prescrição divina. Paulo fala sobre três palavras para descrever a oração: oração, súplica e ações de graças. A oração envolve esses três elementos: Em primeiro lugar: Paulo diz que precisamos adorar a Deus quando oramos. Sempre que nos vemos ansiosos, a primeira coisa a fazer é ficar sozinhos com Deus e adorá-lo. Precisamos saber que Deus é grande o suficiente para resolver os nossos problemas. A oração começa quando focamos a nossa atenção em Deus, e não em nós mesmos. O ponto culminante da oração é o relacionamento com Deus, mais do que pedir coisas a Deus. Orar é estar em comunhão com o Rei do Universo. Adoramos a Deus por quem Ele é. Em vez de ficarmos ansiosos, devemos meditar na majestade de Deus e descansar nos Seus braços. Se Deus é quem Ele é, e se Ele é o nosso Pai, não precisamos ficar ansiosos. Em segundo lugar, Paulo diz que podemos apresentar a Ele as nossas necessidades quando oramos. Devemos apresentar todas as nossas necessidades a Deus em oração, em vez de acumular o peso da ansiedade em nosso coração. O próprio Senhor Jesus nos ensinou: “Pedi, e dar-se-vos-á...” (Mt. 7.7) e “... tudo quanto pedirdes em meu nome, Eu o farei” (Jo. 14.13). Tiago escreveu: “Nada tendes, porque não pedis” (Tg. 4.2). Em terceiro lugar, Paulo diz que devemos agradecer a Deus quando oramos. Devemos olhar para o que Deus já fez por nós para não ficarmos ansiosos (Sl. 116.7). Todavia, devemos agradecer também o que Deus vai fazer. Deus desbarata os nossos inimigos quando nos voltamos para Ele com ações de graças (2 Cr. 20.21). O próprio Paulo, quando plantou a igreja em Filipos, foi açoitado e preso. Não obstante a dolorosa circunstância, agradeceu a Deus, cantando louvores na prisão (At. 16.25). Quando o profeta Daniel foi vítima de uma orquestração na Babilônia, longe de ficar ansioso, orou a Deus com súplicas e ações de graças (Dn. 6.10,11). Daniel foi capaz de passar a noite, em perfeita paz, com os leões, enquanto o rei no seu palácio não conseguiu dormir (Dn. 6.18).

25 de mai de 2012

FAMÍLIA - VIVER EM UNIÃO

“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união” (Sl. 133.1). Como se pode construir um lar onde haja perfeita união entre os irmãos?

1) Quando os pais se amam, estão unidos e vivem em paz, sem agressões entre si, sem atos de ciúmes ou egoísmo, envolvendo os filhos com carinho. A paz da unidade dos pais produz unidade e paz entre os filhos.

2) Quando os pais tratam todos os filhos com a mesma atenção, sem preferências, respeitando a personalidade de cada um, sem comparar nenhum filho com o outro, sem exigir que seja igual a outro. Basta que um dos progenitores dê preferência a um dos filhos para que todos os outros se voltem contra ele e o hostilizem como aconteceu no relacionamento entre os filhos de Jacó. A indisfarçável preferência de Jacó por José despertou ódio de seus outros filhos e trouxe grande sofrimento para todos, como vemos na sequencia da história. Alguém poderia objetar dizendo que a covardia dos irmãos de José tornou possível para que ele fosse para o Egito ou poderia preservá-lo em Canaã, sem que fosse preciso que José, seus irmãos e Jacó tivessem que enfrentar tanto sofrimento. Deus não precisa provocar tragédias para realizar seus propósitos. Deus não provoca infortúnios, mas pode transformar até desgraças em bênçãos na realização dos seus desígnios em nosso benefício.

3) Quando a família cultiva a presença de Deus no culto doméstico e os filhos aprendem a viver conforme os ensinos da Bíblia, na presença de Deus, buscando resolver seus problemas por meio da oração. Assim como o amor conjugal, o amor entre irmãos também é derramado em nossos corações pelo Espírito que em nós habita. O amor não é inato no ser humano. Pelo menos não o amor definido como virtude divina. Assim, é preciso que os irmãos vivam em total dependência do Espírito Santo para serem unidos não apenas pelas conveniências familiares, mas por um perfeito amor.

4) Quando a família tem coragem e humildade para neutralizar as influências de fora do lar, inclusive da sua constelação familiar. Muitos problemas entre os irmãos são causados por influências de tios e avós, devido a preferências, dissimuladas ou não. Por vezes, tios e avós estimulam guerras entre irmãos, não raro por questões de somenos importância.

5) Quando filhos de pais problemáticos se unem para interceder por seus pais. Já vi, em meu ministério, casos de pais desajustados e até alcoólatras, cujos filhos se uniram em oração e alcançaram a benção da transformação dos pais e do ambiente em que viviam no seu lar.

Que Deus nos abençoe!

18 de mai de 2012

O SIGNIFICADO DO AMOR NA FAMÍLIA

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mais o maior destes é o amor”. (I Co. 13.13) “Amar nossa família é nunca desistir de lutar por ela” – esta expressão tomou conta do meu coração durante toda a semana que passou e me fez refletir mais e mais sobre o tema que nossa igreja está desenvolvendo neste maio de 2012 – “Lutemos por nossas famílias”. Estou feliz porque tenho percebido uma igreja que ao ser desafiada, demonstra o desejo de entrar nesta luta com coragem e determinação. A luta para defender os princípios divinos para a família há de provar o que ela representa para nós: ela é muito importante e amamos de verdade a família. Pensando nisso, chamou a nossa atenção o texto escrito pela professora Ana Lúcia Carriço, em maio de 2003 com o título acima epigrafado e cujo teor transcrevemos na integra, para nossa inspiração e reflexão: “Das primeiras as últimas páginas da bíblia, os atos e ensinos de Deus são realizados em amor; o pacto do velho testamento foi feito em amor; os Dez Mandamentos se preocupam com amor e a Bíblia exorta a família ao amor. O amor é o sentimento capaz de suportar todas as coisas: O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Co. 13.07). Quando se cultiva o amor na vida familiar, todas as outras questões relacionadas a este convívio, torna-se mais fácil e mais prazeroso. Sozinho, o amor não progride, ele cresce harmoniosamente, quando se concentra com as virtudes básicas para o relacionamento familiar. Vejamos algumas: 1- Comunicação: comunicar é transmitir ideias, pensamentos, propósitos e sentimentos. Nenhum casamento, nenhuma família prospera sem comunicação. Comunicação não é apenas conversar a respeito de tudo, mas mostrar-se totalmente ao outro, numa relação que busca entendimento. A comunicação é algo inerente ao ser humano e ninguém consegue viver sem se comunicar. Entretanto, o que leva a família a perder o prazer da comunicação? Na maioria das vezes o problema é a falta de tempo, medo de rejeição e até mesmo a competição entre os membros da família. Atitudes como estas, levam o ambiente familiar ao desequilíbrio emocional, ao estresse e, o que é pior, ao desgaste generalizado e doentio. A beleza da comunicação faz com que haja cooperação, em vez de competição. A virtude do diálogo e da conversação é que torna a família uma fonte de cura interior. 2- Respeito mútuo: o respeito é uma prova de maturidade. Ele é o ponto de equilíbrio, em qualquer relação. Quando ocorre a perda de respeito na família, não somente a monotomia que vai reinar, mas a dor, a decepção, os ressentimentos, desencanto, etc. Perdendo-se o respeito, perde-se a admiração, que é um dos ingredientes básicos para um relacionamento enriquecedor e gratificante. 3- Demonstração de afeto: como vamos “provar” o nosso amor em família? O amor não pede provas, mas quem ama demonstra seu amor. É impossível existir amor escondido, inibido que não se expresse de forma clara e concreta. Nossas palavras e atitudes podem construir e fortalecer, ou destruir e enfraquecer a auto-estima do grupo familiar. Portanto, um gesto de carinho e atenção é muito significativo, para nutrir o amor, pois a “impressão sem expressão produz depressão”. Deus deseja que a família seja próspera (Gn. 1.28). Para isso, Ele não apenas providenciou tudo o que era necessário, mas se prontificou em ajudar com suas bênçãos. O amor é uma virtude do caráter de Deus – Deus é amor. Se Deus não está presente, não há amor e não há família.

A perfeita unidade familiar só é possível em amor. Que Deus nos abençoe!

11 de mai de 2012

CONVITE - DIA DAS MÃES

LUTEMOS POR NOSSAS FAMÍLIAS

“Olhei, levantei-me, e disse aos nobres, aos magistrados e ao resto do povo: não os temais! Lembrai-vos do Senhor, grande e temível, e pelejai por vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossas mulheres e vossas casas” (Nm. 4.14). A história relata sobre a reconstrução dos muros de Jerusalém. Muitos judeus haviam voltado para sua terra nos noventa anos anteriores, mas sentiam-se inseguros devido ao péssimo estado dos muros de proteção ao redor da cidade. Neemias tomou conhecimento da situação, fez uma vistoria, motivou os trabalhadores e organizou as obras. Ouve uma tremenda oposição e até mesmo os judeus que já moravam na redondeza não acreditavam que Neemias e seus homens tivessem condições de reconstruir o muro. Indiferente a falta de confiança de seus compatriotas e às perseguições dos opositores, Neemias começou a obra sob a ameaça de ataque e invasão de Jerusalém. Os inimigos queriam se prevalecer do desânimo e do cansaço dos trabalhadores que já estavam tentados a desistir. Neemias soube da ameaça e armou o povo para se defender. Ele percebeu a preocupação da população e desafiou o povo cansado a resistir aos inimigos, encorajando e lembrando que maior era aquele que estava com eles do que o que estava com seus opositores – “Não os temais! Lembrai-vos do Senhor, grande e temível e pelejai por vossos irmãos, vossos filhos, vossas filhas, vossa mulher e vossa casa”. Não era a questão de defender a honra de um governante, e nem de defender posses materiais. As próprias famílias estavam ameaçadas e Neemias pedia que cada homem fosse corajoso para protegê-las: LUTEM POR SUAS FAMÍLIAS. Este episódio bíblico, ocorrido provavelmente entre 445 e 420AC me fez refletir sobre uma pergunta que precisamos fazer a nós mesmos no tempo presente: “Como posso lutar por minha família hoje?”. É inquestionável que há uma ação conjunta nos dias de hoje para destruir a família. Está muito claro que família vive sob ataques severos. São movimentos modernos que trabalham insistentemente para solapar e destruir as estruturas básicas da família. NOSSOS LARES PRECISAM SER TRINCHEIRAS DE DEFESA e não podemos deixar entrar em nossas casas conceitos e valores que contrariam a palavra de Deus, ao mesmo tempo precisamos lutar para implementar princípios e valores que nos ajudem ou qualifiquem a vencer esta grande batalha. De que maneira então, na prática do dia a dia podemos sair vencedores na construção dos muros de nossa vida familiar? Não vejo outra alternativa, meus amados irmãos, a não ser utilizar as duas poderosíssimas armas do cristão: A PALAVRA DE DEUS, que é o manual que nos ensina a viver prudentemente nos nossos relacionamentos como esposo, esposa, pais e filhos e nos ensina a servir a Deus fielmente como família. Pode ser uma ideia simples mais é verdadeira: servir a Deus sempre tem sido a melhor maneira de nos manter fortes espiritualmente e sobrevivermos aos ataques de uma cultura hostil. Não podemos nos esquecer que estamos também numa batalha espiritual, por isso nossa outra grande arma é a ORAÇÃO. Aprendo com Neemias no versículo 9: “Nós, porém, oramos ao nosso Deus e pusemos guardas contra eles de dia e de noite”. Oração e ação são os elementes imprescindíveis nesta grande construção, como disse o pastor Fábio em uma de suas mensagens: “A oração é o primeiro passo para um grande empreendimento.” A nossa família é o grande projeto que Deus nos responsabilizou para construir e os desafios modernos não haverão de nos fazer desviar o foco da visão do Criador, Ele conta conosco.

Lutemos por nossas famílias! Que o Senhor nos ajude! Amém!

26 de abr de 2012

SONDA-ME, USA-ME

“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.” (Sl. 139 23-24) A expressão acima, do salmista Davi se constitui num juízo próprio que é a primeira exigência se queremos viver uma vida abençoadora. Todo conhecimento de Deus deveria produzir necessariamente uma transformação de vida. Diante de Deus não há segredos, não há pensamentos, não há desejos ou atitudes que Ele não prove. No original hebraico a atitude de sondar é uma atitude constante, contínua, ininterrupta. Deus está constantemente passeando no meu ser, conhecendo meu raciocínio, provando minhas emoções, iluminando meus pensamentos. Deus sabe quando realmente estou rindo de felicidade ou se estou rindo para não chorar. Ele sabe as minúcias da minha vida, as coisas mais banais. Não há nada que eu possa esconder debaixo do tapete ou no fundo do baú. Quem sabe, muitos de nós vivemos algumas vezes como se nem mesmo Deus tivesse tal conhecimento a nosso respeito. Abrimos espaço para a hipocrisia, a maior companheira de quem diz que conhece a Deus, mas não anda com Ele. Você já se perguntou como se dá um relacionamento com alguém para quem você não tenha nenhum segredo? Com quem você não precise vestir as fantasias nem tentar impressionar com suas conquistas, com suas realizações ou seduzir com suas conversas vazias? Nossos relacionamentos são basicamente constituídos assim. Desde cedo aprendemos a representar, a procurar impressionar as pessoas, a buscar a auto-afirmação no trabalho e suas conquistas. Os relacionamentos são com pessoas que não nos conhecem pelo que somos, e sim pelo que fazemos, que nos amam não necessariamente porque nos conhecem, mas porque nos julgam úteis e procuramos sempre esconder aquilo que sabemos que poderia prejudicar a imagem que queremos que tenham de nós. O Salmo 139 nos fala da descoberta de um Deus para quem não há segredos, que nos conhece e nos ama exatamente pelo que somos. E o salmista conclui “tal conhecimento é maravilhoso demais para mim”. Ele passa para nós a mensagem de que Deus não apenas nos conhece como pessoas, mas deseja relacionar-se conosco pessoalmente. Meus amados irmãos, a vida cristã só tem sentido quando descobrimos plenamente esta verdade de que de Deus, não podemos fugir. Assim, alguns princípios precisam ser colocados em prática em nosso viver. Desejar o agir de Deus em nossa vida – Permitir que Ele mesmo realize a obra segundo a sua vontade – Deixar ser conduzido pela sua mão. O Salmo conclui com uma oração. Uma oração para que Deus nos revele aquilo que somos diante dos Seus olhos. Uma oração que é também um convite para que ao invés de fugir da presença de Deus, façamos do nosso coração e da nossa alma o lugar da sua habitação, da comunhão e da amizade. “Sonda-me ó Deus...” Revela o que há dentro de mim, quem sou, meus pecados, minhas virtudes, meu amor e ódio. É esta a oração que precisamos fazer diante de alguém que nos conhece e ama tanto. Que Ele nos abençoe!