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19 de jan de 2011

A REGRA ÁUREA


"Tudo quanto, pois, quereis que os homens
vos façam, assim fazei-o vós também a eles;
porque esta é a lei e os profetas" (Mt. 7:12).
A declaração acima faz parte do chamado
Sermão do Monte proferido por Jesus Cristo e
tem sido descrito como "a regra áurea do viver
diário." Podemos dizer que ela nos convida a
pensarmos um pouco mais na vida como um
ideal de reciprocidade de sentimentos e
comportamentos para abençoarmo-nos
mutuamente. Como é possível alguém por em
prática essa regra áurea? Na realidade, a
questão que se impõe é a seguinte: Como
poderiam a nossa atitude e a nossa conduta
chegarem a amoldar-se a àquilo que o Senhor
Jesus declarou? A resposta, dada pelo
Evangelho, é que precisamos começar a
encontrar a solução em Deus. Qual é o maior de
todos os mandamentos? É este: "Amarás o
Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda
a tua alma, e de todo o teu entendimento" (Mt.
22:37). E o segundo, que se lhe assemelha em
importância diz: " Amarás o teu próximo como a
ti mesmo" (Mt. 22:39). Precisamos anotar a
sequência. Não devemos começar a pensar no
próximo, e, sim, em Deus. As relações humanas
neste mundo jamais serão corretas, tanto entre
indivíduos ou grupos, a menos que demos a
Deus a primazia. Ninguém pode amar ao
próximo como a si mesmo enquanto
primeiramente não amar a Deus, você nunca
verá a si mesmo ou ao próximo corretamente
enquanto não tiver primeiramente visto, assim
mesmo e ao próximo, segundo a visão de Deus.
Precisamos tomar essas coisas em sua
sequencia correta, isto é, começar por Deus.
Fomos criados por Ele e para Ele e só
poderemos operar devidamente, dentro de
uma correta relação com o Criador.
Quando em nossos relacionamentos
começarmos por Deus, com o desejo de vê-
Lo em toda a sua santidade, força, poder e
glória, então nos humilharemos diante Dele
e prontamente começaremos a entender
que toda pompa e glória dos homens
transformam-se em nada. Nenhuma pessoa
pode realmente chegar à presença de Deus
sem exclamar "Sou um imundo" (Is. 6:5).
Todo nós somos impuros. O conhecimento
de Deus nos humilha até o pó; e, nessa
situação, não pensamos mais em nossos
supostos direitos e nem em nossa suposta
dignidade. Por sua vez, isso nos ajuda a
encarar e compreender as outras pessoas
conforme deveríamos fazê-lo: iguais a nós,
cheias de erros e maldades, vítimas do
pecado e percebemos que tanto nós quanto
os outros encontramo-nos em terrível
situação e precisamos urgentemente todos,
nos refugiar nos braços misericordiosos de
Jesus Cristo como seres totalmente
dependentes da Sua maravilhosa Graça. Em
Jesus começamos a desfrutar juntos de
suas bençãos e favores. É dessa maneira
que as coisas funcionam no mundo
espiritual. Essa é a única maneira de
fazermos pelos outros aquilo que queremos
que os outros façam por nós, e também a
única maneira pela qual os nossos
problemas podem ser resolvidos. Cumpre-
nos praticar essa norma espiritual e assim
estaremos realmente fazendo a grande
diferença neste mundo cruel e egoísta.

Que Deus nos ajude!
Pr. Geovani Colares

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